Vasco vive momento de indefinição sobre novo presidente - Foto de Daniel Castelo Branco
Vasco vive momento de indefinição sobre novo presidenteFoto de Daniel Castelo Branco
Por O Dia
Rio - A suspensão do processo eleitoral do Vasco, em decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do pleito de sábado, em São Januário, criou mais perguntas do que respostas para sócios sócios e torcedores clube. Por ora, a vitória do advogado Luiz Roberto Leven Siano não tem validade e os cruzmaltinos poderão voltar às urnas no sábado. Enquanto o presidente da Assembleia Geral, Faués Mussa, trabalha para reconduzir a nova eleição no formato virtual, principalmente após incidentes no decorrer da votação, com direito a apagão, discussão, briga e relatos de tiro nos arredores da Colina.
Em dia de muitas reuniões, os cinco candidatos Alexandre Campello, Julio Brant e Jorge Salgado discutiram os próximos passos de mais um polêmica e tumultuada eleição. O concorrente Sérgio Frias foi o único que reconheceu o resultado de sábado. Candidato mais votado no sábado, Leven Siano concedeu entrevista coletiva nesta segunda-feira como o futuro presidente do Vasco e promete entrar com um recurso para que o STJ reconsidere a decisão que anulou o pleito.
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Ao lado do senador Romário, ex-atacante do Vasco, o advogado apresentou, sem revelar o nome das empresas, três cartas de fundos de investimentos dispostos a investir no Vasco, respectivamente, 200 milhões de euros (R$ 1,2 bilhão), 400 milhões de euros (R$ 2,4 bilhões) e US$ 212 milhões (R$ 1,1 bilhão).
Do outro lado, Campello, Brant e Salgado batalham nos bastidores para a realização de uma nova eleição. O trio abandonou o processo eleitoral no sábado após a decisão da Justiça de invalidar o mesmo. Nesta terça-feira, Campello, que busca a reeleição à frente do clube, e Brant concederão coletivas para revelar a estratégia que será adotada. Uma possível aliança com Salgado não é descartada, por ambos os candidatos.