Rumo ao topo da Série B, Vasco tem 'decisão' contra o Ceará

Gigante com a força da torcida no caldeirão de São Januário

Por fabio.klotz

Rio - Mesmo ainda com falhas, sofrimento e sob desconfiança, o Gigante acordou. Três vitórias consecutivas foram suficientes para embalar o time na Série B, mas neste sábado, às 16h20, o Vasco terá seu grande teste para mostrar que realmente disputa o título na competição. Diante do líder Ceará, os vascaínos vão lotar São Januário para empurrar o time no confronto direto, que pode deixar a disputa acirrada no topo da tabela.

Douglas comanda o Vasco contra o CearáMárcio Mercante

Três pontos separam as duas equipes, mas, como tem vitórias a mais, o Ceará vai continuar na liderança mesmo se perder. Na Colina, entretanto, chegar aos mesmos 31 pontos do rival será a prova de que o time está no caminho certo para arrancar rumo à vaga para a Primeira Divisão. Com ingressos esgotados, o Caldeirão promete ferver para manter o Vasco aceso.

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“A gente sente o apoio do torcedor desde o Estadual. Recentemente tivemos 16, 17 mil pessoas em São Januário e dá para perceber que os vascaínos estão querendo ajudar. Ter o nosso estádio cheio é muito importante. Esperamos retribuir com uma boa atuação e, acima de tudo, um bom resultado”, disse o técnico Adilson Batista, que ressaltou as qualidades do adversário.

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“Será muito difícil superar o Ceará, que é um time que vem bem, é qualificado e bem treinado. Por isso, a ajuda da torcida é muito bem-vinda nestes momentos decisivos”, completou.

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Mesmo em ascensão na Série B e com apenas uma derrota até o momento, Adilson Batista sabe que o fator casa não é garantia de vitória. Em São Januário, o Vasco ainda não teve uma atuação convincente na competição, enfrentou times fechados e amargou alguns tropeços inesperados. Situação que o treinador espera não viver novamente.

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“Em alguns momentos faltou um pouquinho de sorte, né? Se analisarmos o empate com o América-RN, o Fernando Henrique fez ótimas defesas e segurou o placar. São detalhes que acabaram nos prejudicando. Isso não tem a ver com cobrança ou pressão do torcedor. Faltou o detalhe. Contra o América-MG, por exemplo, levamos o gol do Obina já no fim e o jogo até então estava controlado”, avaliou o comandante.

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