Há imóveis disponíveis no Seleto Residencial, em Olaria, que oferece carro como parte do valor
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Há imóveis disponíveis no Seleto Residencial, em Olaria, que oferece carro como parte do valor Divulgação
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Após anos de um cenário não muito positivo, a venda de imóveis residenciais registrou um aumento no primeiro trimestre deste ano, de acordo com levantamento do Sindicato de Habitação do Rio (Secovi-Rio). De janeiro a março, foram negociados 7.990 unidades na cidade do Rio de Janeiro. Isso representa um crescimento de cerca de 11% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo o Secovi-Rio, a marca pode ser explicada por causa das vendas de unidades pertencentes ao programa de habitação federal Minha Casa Minha Vida. O mês com o maior volume de vendas concretizadas foi março. Foram 2.850 unidades. E os residenciais ainda são os mais vendidos (86%), sendo 76% apartamentos, e 10%, casas. As salas corporativas representam 7%.

Com grande estoque de unidades, a região da Barra da Tijuca e adjacências foi a área onde mais se vendeu no primeiro trimestre de 2018 (34%). Em seguida, Zona Norte (29%), região com grande extensão territorial e muitos bairros, e Zona Oeste (20%), onde houve lançamento de diversos empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida.

A Taquara ocupa o primeiro lugar do ranking, com 537 imóveis vendidos, entre apartamentos, casas e outros. Recreio, Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Campo Grande completam as cinco primeiras posições. A maior parte dos imóveis, 81%, custou até R$ 600 mil (Taquara e Recreio).

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