Juros do financiamento são menores do que outras modalidades - Divulgação
Juros do financiamento são menores do que outras modalidadesDivulgação
Por Marina Cardoso
Rio - Com o crescimento do financiamento imobiliário, de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o número atingiu a casa dos R$ 5,64 bilhões em março deste ano, alta de 15,9% em relação ao mês anterior e de 48,3% comparativamente a março de 2018. Especialistas ouvidos pelo DIA explicam como funciona o financiamento e os tipos existentes. 
“O financiamento é a opção viável para o comprador que não tem condições de pagar à vista, mas quer realizar o sonho da casa própria”, afirma Claudio Hermolin, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ).
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Como o financiamento é um grande passo na vida, já que é uma modalidade que compromete parte expressiva da renda familiar por um longo período, é importante que o consumidor fique atento para não ter dor de cabeça. Mas, através dele é possível planejar a quitação das parcelas de forma organizada e calculada.
“Os juros são menores do que os das demais modalidades de crédito, o que facilita o compromisso de longo prazo”, explica o presidente da Ademi-RJ.
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No mercado, há várias opções de financiamento para diversos perfis de compradores e suas necessidades. A mais conhecida e que domina a maior parte dos contratos no país é o Sistema Financeiro de Habitação (SFH), criado pelo governo federal, com garantia do FGTS e do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).
“Este é para compra de imóveis com valor de até R$ 1,5 milhão” explica Andreas Yamagata, CEO da Credimorar, empresa de crédito imobiliário independente.
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Ainda segundo especialistas, o prazo de quitação é limitado a 35 meses e a parcela não pode comprometer mais do que 30% da renda familiar. Para valores acima dos previstos no SFH, há o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).