Verônica era pessoa muito querida, solícita e amiga. O crime bárbaro ainda continua sem explicação. Família está chocada
 - Arquivo pessoal
Verônica era pessoa muito querida, solícita e amiga. O crime bárbaro ainda continua sem explicação. Família está chocada Arquivo pessoal
Por Jupy Junior
ITAGUAÍ – Verônica Lima faria 38 anos em abril. Uma pessoa querida, solícita, sem inimigos, que ainda se recuperava de um acidente vascular cerebral que a tinha acometido há dois anos. Por causa disso, andava de muletas e o lado esquerdo do corpo estava paralisado. Trabalhou no cartório da cidade e também numa empresa que prestava serviços ao hospital municipal São Francisco Xavier. Estava afastada pelo INSS para se recuperar das sequelas do AVC. Na manhã do dia 27 de janeiro, uma vizinha que costumava levar café da manhã para Verônica chamou e ela não respondeu, como era de hábito. Encontraram Verônica morta a facadas, desfigurada. Um crime chocante que deixou a família perplexa.
A casa de Verônica fica atrás do prédio da secretaria municipal de Educação e Cultura, no bairro Vila Margarida. Ela não tinha filhos, a família desconhece que ela namorasse alguém e seus pais faleceram há cinco anos. A circunstância do assassinato é assombrosa: nada foi roubado da casa da vítima. Dinheiro, celular e o computador não foram levados da casa. A violência dos golpes sugere ódio contra a vítima. Mas quem poderia odiar e matar, aparentemente sem motivo, uma pessoa querida como Verônica? A pergunta é seguida de uma constatação apavorante: há um assassino à solta.
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Na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense – onde o caso foi registrado – a investigação segue em sigilo. Mas o delegado divulga o telefone (21) 98596-7442 (WhatsApp), ressaltando-se a importância da colaboração com informações e denúncias, garantindo-se o total anonimato. Quem tiver alguma informação que ajude a polícia a desvendar o caso e prender o responsável (ou responsáveis), é só ligar.