Policiais civis da 135ª Delegacia de Policia de Itaocara, no Noroeste Fluminense cumpriram mandado de prisão condenatório em menos de 24 horas após a expedição.
Policiais civis da 135ª Delegacia de Policia de Itaocara, no Noroeste Fluminense cumpriram mandado de prisão condenatório em menos de 24 horas após a expedição.Foto: divulgação
Por Lili Bustilho
ITAOCARA - Policiais civis da 135ª DP de Itaocara, no Noroeste Fluminense, cumpriram mandado de prisão condenatório contra um homem de 60 anos, nesta terça feira, 19, pelos crimes de Estupro de Vulnerável e Corrupção de Menores. O trabalhador rural foi condenado a pena de 18 anos de prisão em regime fechado; ele foi localizado em Jaguarembé, distrito do município da Unidade Policial coordenada pelo delegado titular, Dr. Rodrigo Maia. O mandado judicial foi expedido no último dia 18 pelo juiz Dr. Rodrigo Rocha de Jesus. O preso não possuía antecedentes criminais até o momento. Continua após o vídeo.
 

Policiais civis da 135 ª DP de Itaocara, no Noroeste Fluminense, prendem suspeito por estupro. #ODia pic.twitter.com/irsmye7Cbv

— Jornal O Dia (@jornalodia) January 19, 2021 ">
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Entenda o caso - De acordo com informações obtidas pelo O Dia, em 04 de novembro de 2017, o pai de uma menina - à época com 11 anos - procurou a delegacia para comunicar uma ocorrência apontando que a filha teria ido à casa da avó materna, pois moravam em um sobrado com a família, mas não havia ninguém no imóvel sendo que a garota teria retornado chorando do local e ao encontrá-lo, na garagem, teria dito que o vizinho estava pelado em um cômodo da residência dele. Ela teria falado também que ao vê-la, o homem, tentando chamar sua atenção, bateu em um guarda-roupa e mostrou o órgão genital, mas assustada, a criança correu e gritou.
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A avó da criança, ao ser informada que seu inquilino teria tido um comportamento sexual inadequado com a neta, foi ao imóvel e teria visto o homem ainda pelado tentando se esconder em outros cômodos da casa. A menina teria dito à família que há cerca de 2 anos, o vizinho estaria a assediando, tendo inclusive em outro momento, tirado o short e a calcinha dela, levantando também sua blusa e praticando um gesto mais íntimo, porém sem o ato sexual concretizado.
O desejo sexual do trabalhador rural já teria sido visto pelo pai da vítima em uma festa familiar, mas ao questionar o suspeito sobre a conduta inadequada, ele negou qualquer malícia. Ainda em outra oportunidade, o vizinho teria tentado olhar entre as pernas da garota quando ela estava sentada em um degrau da escada que dá acesso à casa da família demostrando estar observando o órgão genital da menina, mas nada foi questionada no dia. 
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*Reportagem atualizada às 20h30