Prefeito de Macaé define com ACIM e CDL o Plano de Flexibilização do Comércio

Proposta será apresentada ao Ministério Público Estadual na próxima quarta-feira (24)

Por O Dia

Em reunião por videoconferência, o prefeito Dr. Aluízio dos Santos apresentou a proposta de elaboração do Plano de Flexibilização do Comércio
Em reunião por videoconferência, o prefeito Dr. Aluízio dos Santos apresentou a proposta de elaboração do Plano de Flexibilização do Comércio -
Macaé - A reabertura planejada de setores da economia local, seguindo os protocolos de saúde, será definida através do Plano de Flexibilização do Comércio, que começa a ser definido entre a prefeitura, a Associação Comercial e Industrial de Macaé (ACIM) e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). A escala de prioridade das áreas a serem liberadas terá como critério características sociais que serão avaliadas junto ao Ministério Público Estadual (MPE), em reunião agendada para quarta-feira (27).
Em reunião por videoconferência, o prefeito Dr. Aluízio dos Santos apresentou a proposta de elaboração do Plano aos presidentes da ACIM, Francisco Navega, e do CDL de Macaé, Luís Henrique Fragoso. De acordo com o prefeito, o primeiro setor do Plano de Flexibilização a ser liberado é o de autopeças e motopeças, já no próximo dia 1º.
“A proposta é que os setores sejam liberados em intervalos de 7 e 15 dias, para que seja analisado também os índices de novos casos. A ACIM e a CDL nos apresentarão a sequência de áreas que precisam ser liberadas, dentro da prioridade econômica e que assegure também o controle sanitário. Está na hora de voltar, mas dentro de uma responsabilidade com a proteção das pessoas“, explicou o prefeito.
O presidente da ACIM concordou com os intervalos propostos pelo governo para a flexibilização do comércio. “A situação é realmente complicada mas vejo uma determinação de liderança muito forte do governo. Se houver um planejamento de 15 em 15 dias para vestuário e depois restaurantes, atendemos bem a economia. Acompanho a evolução dos testes, associada as barreiras sanitárias. Precisamos discutir também a situação da cadeia offshore. Se a situação piorar, a gente revê a flexibilização”, afirmou Navega.
Já o presidente do CDL afirmou que o comerciante local já está preparado e consciente em assumir o compromisso de voltar a funcionar dentro do controle sanitário.  “Vamos definir juntos essa questão. Sou favorável o controle de acesso dos clientes, tornando o próprio comerciante fiscalizador dos protocolos de Saúde”, afirmou Luis Fragoso.

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