Maricá - Uma triste manhã nesta segunda-feira reuniu amigos e familiares que vieram da o último adeus ao querido e incrível compositor, Claudinho Guimarães.
Claudinho Guimarães tinha vários sucessos gravados nas vozes de grandes sambistas como Zeca Pagodinho, que gravou os sucessos “Quando a Gira Girou”, “Lá vai Marola” e Shopping Móvel”; Alcione “Mangueira é Mãe”; além de Beth Carvalho, Leandro Sapucahí e Diogo Nogueira com a música “Da Melhor Qualidade”. Em uma live apresentada no último domingo, o cantor Diogo Nogueira prestou uma homenagem a Claudinho Guimarães cantando a música “Quando a Gira Girou”.
Claudinho Guimarães tinha vários sucessos gravados nas vozes de grandes sambistas como Zeca Pagodinho, que gravou os sucessos “Quando a Gira Girou”, “Lá vai Marola” e Shopping Móvel”; Alcione “Mangueira é Mãe”; além de Beth Carvalho, Leandro Sapucahí e Diogo Nogueira com a música “Da Melhor Qualidade”. Em uma live apresentada no último domingo, o cantor Diogo Nogueira prestou uma homenagem a Claudinho Guimarães cantando a música “Quando a Gira Girou”.
Sua última aparição em show foi na live dos 206 anos de Maricá onde marcou presença com diversas músicas de sucesso compostas por ele.
Recentemente, devido a pandemia do covid-19, Claudinho resolveu prestar uma homenagem aos trabalhadores em tempos tão difíceis, compondo uma música de conscientização com a pandemia do Coronavírus chamada, "Linha de Frente". Foi também gravado um clipe desta música exibido pela TV Mais Maricá através da COMBRASIL TV em rede nacional no Programa Circulando com Fabiano Medina. Foi a última mensagem que deixou o mestre Claudinho Guimarães, homenageando os trabalhadores e conscientizando as pessoas. Um legado que não será esquecido.
“Eu tinha feito uma música falando do médico e enfermeiro. Aí uma amiga de Facebook, que é motorista de uma ambulância, veio no privado e falou: Eu não quero me meter não, mas tem tanta gente que trabalha nessa área também. Aí eu parei em baixo do pé de pitanga e consegui fazer uma música e colocar bastante gente”, disse em entrevista recentemente.
“Mas todo mundo pode se sentir abraçado e homenageado porque vocês são nota 10 e estão fazendo um diferencial nessa campanha”, relembrou, cantarolando o samba na entrevista concedida antes da apresentação pelos 206 anos da cidade.
O refrão é bem direto: “Nossa homenagem ao médico e enfermeiro, povo brasileiro só tem a agradecer / Mas não posso esquecer nessa corrente que a linha de frente tem trabalho pra valer / O faxineiro, o maqueiro, o motorista, o segurança, o atendimento e no balcão / Cozinheiro da escala e o plantonista tá ligado na missão…
Diversos sambistas estiveram no cemitério de Maricá para prestar sua homenagem a Claudinho Guimarães. Entre eles estavam Jô Borges, Matheus Gaúcho, Rafael Caçula, Gustavo Farias, amigos do Porto da Pedra entre outros. Em frente ao cemitério cantaram diversos sambas em homenagem a Claudinho. Foi um clima de despedida e reverência ao sambista, grande compositor que vai deixar muita saudade nos corações dos maricaenses. Maricá está de luto.
Recentemente, devido a pandemia do covid-19, Claudinho resolveu prestar uma homenagem aos trabalhadores em tempos tão difíceis, compondo uma música de conscientização com a pandemia do Coronavírus chamada, "Linha de Frente". Foi também gravado um clipe desta música exibido pela TV Mais Maricá através da COMBRASIL TV em rede nacional no Programa Circulando com Fabiano Medina. Foi a última mensagem que deixou o mestre Claudinho Guimarães, homenageando os trabalhadores e conscientizando as pessoas. Um legado que não será esquecido.
“Eu tinha feito uma música falando do médico e enfermeiro. Aí uma amiga de Facebook, que é motorista de uma ambulância, veio no privado e falou: Eu não quero me meter não, mas tem tanta gente que trabalha nessa área também. Aí eu parei em baixo do pé de pitanga e consegui fazer uma música e colocar bastante gente”, disse em entrevista recentemente.
“Mas todo mundo pode se sentir abraçado e homenageado porque vocês são nota 10 e estão fazendo um diferencial nessa campanha”, relembrou, cantarolando o samba na entrevista concedida antes da apresentação pelos 206 anos da cidade.
O refrão é bem direto: “Nossa homenagem ao médico e enfermeiro, povo brasileiro só tem a agradecer / Mas não posso esquecer nessa corrente que a linha de frente tem trabalho pra valer / O faxineiro, o maqueiro, o motorista, o segurança, o atendimento e no balcão / Cozinheiro da escala e o plantonista tá ligado na missão…
Diversos sambistas estiveram no cemitério de Maricá para prestar sua homenagem a Claudinho Guimarães. Entre eles estavam Jô Borges, Matheus Gaúcho, Rafael Caçula, Gustavo Farias, amigos do Porto da Pedra entre outros. Em frente ao cemitério cantaram diversos sambas em homenagem a Claudinho. Foi um clima de despedida e reverência ao sambista, grande compositor que vai deixar muita saudade nos corações dos maricaenses. Maricá está de luto.
O Secretário de Cultura Sady Bianchin se pronunciou sobre a morte do sambista: "Em nome da cultura de Maricá, o secretário da pasta Sady Bianchin, solidariza-se com a família e com amigos do sambista Claudinho Guimarães, que faleceu na tarde deste domingo (14/06), vítima de um infarto. Perde o município, perde a comunidade do samba um músico, cantor e compositor de primeira grandeza, homem compromissado com o coletivo e que buscava instrumentalizar sua arte para fazer do mundo um lugar melhor. Neste momento de dor, não podemos deixar de prestar nossa homenagem a esse artista que se dedicou a preencher a cidade com música de qualidade e genuína alegria. Unimo-nos a todos os músicos, fãs, familiares e amigos do sambista para prestar nossa homenagem, levar nosso sentimento de pesar."
A redação do Jornal O Dia Maricá e a TV MAIS MARICÁ se solidarizam com família e amigos do grande mestre Claudinho Guimarães.
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