17 anos do 11 de Setembro

Norte-americanos prestaram homenagens às mais de 3 mil vítimas dos ataques

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Memorial de Shanksville homenageia as vítimas do voo United 93 -

Os Estados Unidos homenagearam, ontem, as vítimas dos ataques terroristas do dia 11 de setembro de 2001, há 17 anos. Uma das cerimônias ocorreu com a presença do presidente Donald Trump, no estado da Pensilvânia, no memorial de Shanksville, onde o voo United Airlines 93, um dos quatro aviões sequestrados e desviados naquela data, colidiu com o solo após intervenção dos passageiros a bordo. A história conta que a aeronave teria a Casa Branca como destino final.

Trump prestou homenagem aos "heróis" que "mudaram o curso da história" naquela manhã de terça-feira. Sob céu cinzento, os nomes dos 40 passageiros e tripulantes foram lidos, um a um, com voz embargada.

"Atacaram o inimigo. Lutaram até o fim", declarou o presidente sobre os passageiros do voo United Airlines 93, que informados por telefone sobre os ataques às torres gêmeas, no World Trade Center, em Nova York, tentaram recuperar o controle da aeronave.

"Este memorial é uma mensagem para o mundo: os Estados Unidos não vão ceder nunca, jamais, à tirania", disse Trump, ressaltando sua determinação "de fazer todo o possível para garantir a segurança dos Estados Unidos".

Vítimas sem identificação

Até agora, mais de 1.100 vítimas que morreram nas Torres Gêmeas de Nova York ainda não foram identificadas.

Os cerca de 22 mil fragmentos humanos encontrados no local desde o atentado já foram testados, alguns deles entre 10 e 15 vezes. No entanto, até o momento, 1.642 das 2.753 pessoas mortas nos ataques de Nova York foram formalmente identificadas. Mas 1.111 ainda resistem à identificação.

O trabalho é feito em um laboratório de Manhattan, a 2 km do 'Marco Zero', onde uma equipe de médicos legistas segue a tarefa, com a ajuda dos últimos avanços tecnológicos.

 

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Memorial de Shanksville homenageia as vítimas do voo United 93 AFP PHOTO / Nicholas KAMM
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