Homem ensina a ganhar muito dinheiro simplesmente não fazendo nada - Youtube
Homem ensina a ganhar muito dinheiro simplesmente não fazendo nadaYoutube
Por O Dia
Rio - Se o seu canal no Youtube já é famoso, você pode fazer um vídeo falando sobre goiaba que ainda assim conseguirá milhões de visualizações e milhares de interações. Só que até chegar lá é um caminho longo.
Você não pode sair “falando de goiaba” nos seus primeiros vídeos, afinal, os internautas só quereriam ver você falando disso se seu canal já fosse famoso (pois elas também se divertem lendo os milhares de comentários e em saber a opinião de alguém que acompanham sobre algo corriqueiro).
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Por esse motivo, você precisa de um impulso inicial pra que as pessoas queiram ver o que você fala. A maioria dos que iniciaram um canal no Youtube não passam dessa fase, sem conseguir o primeiro impulso, e desistem da ideia (já que gravar bons vídeos é mais trabalhoso do que parece).
Se você considera tal coisa como um empreendimento, e não ensina o mal, vale a pesquisa; mas se você quer só a fama em si mesmo, pra ganhar selinhos azuis em redes sociais e ser aclamado por uns 8 meses, então acabará se auto-destruindo, caindo em coisas apelativas e degradantes pra obter esse primeiro impulso. Pode até ser que o consiga, mas logo perderá a relevância.
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Muitos quebram a cabeça pra conseguirem sua primeira “viralizado”, ou seja, um vídeo ou postagem que estouram e daí, angariam milhares de inscritos, ou curtidas, ou seguidores, etc. Já esse Youtuber não pensou em nada. Literalmente nada. Ele também não fez nada. Literalmente nada. E por 2 horas e 20 minutos.
O vídeo acabou estourando e teve 2.900.000 visualizações até o momento. De acordo com a calculadora disponível no social blade, no mínimo ele faturou uns 708.75 dólares (o que dá 3.845 reais). E não só isso: ele conseguiu 35,5 mil inscritos, ou seja, o tal do “primeiro impulso”. A partir de agora ele pode trabalhar pra aumentar esse número gradativamente, com “viralizações” esporádicas, mas sem depender de uma “tirada do nada”.