Israeli anti-government protesters lift a national flag and display placards as they stand on an overpass facing a large billboard depicting the US President Donald Trump and his wife Melania on a building in the Israeli coastal city of Tel Aviv, on October 3, 2020. - The US president announced in the small hours of October 2, that he and the First Lady would be going into quarantine after they were both found to have contracted the novel coronavirus. (Photo by JACK GUEZ / AFP)
Israeli anti-government protesters lift a national flag and display placards as they stand on an overpass facing a large billboard depicting the US President Donald Trump and his wife Melania on a building in the Israeli coastal city of Tel Aviv, on October 3, 2020. - The US president announced in the small hours of October 2, that he and the First Lady would be going into quarantine after they were both found to have contracted the novel coronavirus. (Photo by JACK GUEZ / AFP)AFP
Por AFP
O conselho de ministros sudanês aprovou, nesta terça-feira (6), uma lei que revoga o boicote a Israel, há 63 anos em vigor, após ter aceitado normalizar suas relações diplomáticas com o Estado hebreu no final de 2020.
De acordo com um comunicado, "o conselho de ministros aprovou um projeto de lei que derroga a lei sobre o boicote a Israel que data de 1958".
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Este texto ainda deve ser aprovado pela mais alta autoridade do país, o Conselho de Soberania, para ter força de lei.
O conselho de ministros também reafirmou a "firme posição do Sudão" a favor da solução de dois Estados com a criação de um Estado palestino junto ao de Israel.
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A lei de 1958 proíbe as trocas comerciais com o Estado hebreu, com pessoas de nacionalidade israelense ou com empresas pertencentes aos israelenses.
Qualquer pessoa que violar o boicote pode ser condenada a uma pena de até dez anos de prisão e a uma multa.
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Durante décadas, especialmente nos trinta anos do governo autoritário do ex-presidente Omar al-Bashir, expulso do poder em abril de 2019, o Sudão manteve uma linha dura com Israel.
Vários países árabes, entre eles Marrocos, os Emirados Árabes Unidos e Bahrein, normalizaram suas relações com Israel em 2020, sob a mediação de Washington.
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Em uma tentativa de reintegrar o Sudão no cenário internacional, o governo de transição também aceitou normalizar as relações diplomáticas em troca, entre outras coisas, do levantamento das sanções americanas contra Cartum.