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Forças de segurança matam manifestantes contrários a golpe em Mianmar

Na sexta-feira à noite, policiais à paisana prenderam cinco pessoas depois que conversaram com um repórter da CNN em um mercado em Yangon, conforme informações da mídia local, citando testemunhas

O GUN espera formar um "exército de união federal" que reunirá os dissidentes e facções rebeldes étnicas contrárias à junta.AFP
Por ESTADÃO CONTEÚDO
Publicado 03/04/2021 16:18
Rio - Forças de segurança abriram fogo contra manifestantes contrários ao golpe militar instaurado em Mianmar em 1º de fevereiro, matando pelo menos duas pessoas, segundo a imprensa local. Outras sete pessoas ficaram feridas no tiroteio, das quais duas com ferimentos graves, que foram levadas sob custódia por soldados. Na sexta-feira à noite, policiais à paisana prenderam cinco pessoas depois que conversaram com um repórter da CNN em um mercado em Yangon, conforme informações da mídia local, citando testemunhas.
Grupos de direitos humanos reportam que o aumento da violência desde a tomada militar em fevereiro matou pelo menos 550 civis. Destes, 46 eram crianças, segundo a Associação de Assistência a Prisioneiros Políticos de Mianmar; 2.751 pessoas foram detidas ou condenadas.
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  • O GUN espera formar um "exército de união federal" que reunirá os dissidentes e facções rebeldes étnicas contrárias à junta.AFP
    Por ESTADÃO CONTEÚDO
    Publicado 03/04/2021 16:18
    Rio - Forças de segurança abriram fogo contra manifestantes contrários ao golpe militar instaurado em Mianmar em 1º de fevereiro, matando pelo menos duas pessoas, segundo a imprensa local. Outras sete pessoas ficaram feridas no tiroteio, das quais duas com ferimentos graves, que foram levadas sob custódia por soldados. Na sexta-feira à noite, policiais à paisana prenderam cinco pessoas depois que conversaram com um repórter da CNN em um mercado em Yangon, conforme informações da mídia local, citando testemunhas.
    Grupos de direitos humanos reportam que o aumento da violência desde a tomada militar em fevereiro matou pelo menos 550 civis. Destes, 46 eram crianças, segundo a Associação de Assistência a Prisioneiros Políticos de Mianmar; 2.751 pessoas foram detidas ou condenadas.
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