Estratégia visa a proteger 10 mil postos de trabalho com a ajuda a pequenas e médias empresas a atravessar crise provocada pela pandemia  - Divulgação / Douglas Macedo
Estratégia visa a proteger 10 mil postos de trabalho com a ajuda a pequenas e médias empresas a atravessar crise provocada pela pandemia Divulgação / Douglas Macedo
Por Irma Lasmar
Niterói - Entra nesta terça-feira o primeiro depósito às empresas inscritas no programa Empresa Cidadã. A Prefeitura pagará um salário mínimo nos meses de maio, junho e julho, para até nove empregados de empresas, entidades religiosas e organizações sindicais com alvará na cidade que tenham até 19 funcionários. Como contrapartida, as empresas se comprometem a não demitir ninguém até outubro.
“Espera-se, com a medida, proteger 10 mil postos de trabalho. Essa é uma estratégia inovadora para ajudar pequenas e médias empresas a superarem esse momento difícil com a pandemia de coronavírus. Niterói é a única cidade do país com um programa desse tipo, para apoiar a atividade econômica”, enfatizou o prefeito Rodrigo Neves, destacando que entre as pequenas empresas já cadastradas estão restaurantes, lanchonetes, livrarias, papelarias, salões de beleza, comércio varejista em geral, empresas de turismo, de serviços de manutenção e consultórios odontológicos, entre outras atividades.
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O prefeito relembrou as outras medidas econômicas adotadas pela Prefeitura: "A primeira foi o apoio aos MEIs, que receberão, por três meses, um auxílio de R$ 500. Implantamos também o Fundo Supera Niterói, no qual a Prefeitura vai injetar R$ 150 milhões na economia de Niterói por meio do Fundo de Crédito Emergencial de apoio às micros e pequenas empresas sediadas na cidade, que terão direito a pegar empréstimos sem juros em instituições financeiras credenciadas pelo município”, explicou o chefe do Executivo niteroiense. Os empréstimos poderão variar entre R$ 25 mil e R$ 250 mil, em uma linha de crédito de R$ 150 milhões.