O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) exige a certificação dos Bombeiros, que é essencial para a obtenção ou manutenção das demais titulações, inclusive da Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (Cebas), que chancela a função filantrópica - Imagem Internet
O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) exige a certificação dos Bombeiros, que é essencial para a obtenção ou manutenção das demais titulações, inclusive da Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (Cebas), que chancela a função filantrópicaImagem Internet
Por Luciana Guimarães
Publicado 19/10/2020 18:56 | Atualizado 29/10/2020 20:11

Niterói - Há 55 anos, a Apae faz a diferença na vida dos niteroienses mais especiais. A organização social, cujo objetivo principal é promover a atenção integral à pessoa com deficiência, presta serviços de educação, saúde e assistência social a quem deles necessita, constituindo uma rede de promoção e defesa de direitos das pessoas com deficiência intelectual e múltipla.

Em um país historicamente marcado por forte rejeição, discriminação e preconceito, instituição se empenha em buscar soluções alternativas e condições para que todos sejam incluídos na sociedade. A Apae Niterói promove a inclusão e intensa mobilização de toda equipe de forma afetiva e profissional.

Mas as despesas para providenciar tais cuidados são altas e a pandemia só fez o quadro piorar. A instituição, filantrópica e sem fins lucrativos, cada vez mais luta financeiramente para manter seus serviços de atendimento em saúde, educação e assistência social às pessoas com deficiência intelectual, múltipla e THA/autismo.

Sediada na Rua Professor Ismael Coutinho s/nº, no Centro, é hoje presidida em segundo mandato por Sonia Maria Monteiro Saraiva dos Anjos, que dá prosseguimento à missão de potencializar as capacidades e habilidades de cada indivíduo com necessidade especial e sua família.

Uma conta on-line foi criada para arrecadar verba para a substituição da atual cabine de alta tensão por uma subestação simplificada (no valor aproximado de R$ 60 mil) que suporte a carga elétrica utilizada pela entidade. O que ocorre é que a instituição recebeu, por meio de uma emenda parlamentar no ano passado, novos equipamentos como ultrassom, infravermelho, bicicletas ergométricas e esteiras para o atendimento clínico-terapêutico, além de ar condicionado, televisão e micro-ondas, que aumentaram ainda mais a carga elétrica utilizada. 

Ao mesmo tempo, o local corre contra o tempo para atender às exigências do Corpo de Bombeiros que garantam a continuidade das atividades. O prazo de três anos para tal regularização se encerra em 2021. Para quem quiser ajudar, a página da arrecadação virtual é www.vakinha.com.br/vaquinha/vaquinha-apae-niteroi .

 

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