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Homem acusado de matar moradora de rua no Centro será julgado por júri popular

Imagens de câmeras de segurança ajudaram a identificar Aderbal Ramos de Castro, que confessou o crime, de acordo com as autoridades

Versão do suspeito de legítima defesa foi descartada - Imagem Internet
Versão do suspeito de legítima defesa foi descartadaImagem Internet
Por O Dia
Niterói - Na ocasião, crime bárbaro chocou a população pela banalidade.
Zilda Henrique dos Santos foi morta após pedir 1 dinheiro a Aderbal Ramos de Castro, que sacou uma arma da cintura e a baleou. O revólver calibre 38 foi apreendido. Zilda foi encontrada ferida e levada a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. 
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O comerciante, acusado de matar a moradora de rua conhecida como Néia, em 16 de novembro de 2019, será levado a Juri Popular. A decisão foi proferida pela juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, titular da 3ª Vara Criminal de Niterói, em audiência no último dia 12 de novembro.
Na delegacia, o homem confessou o crime, alegando que a vítima tentou praticar um roubo e que ele reagiu.
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A versão do suspeito foi “absolutamente descartada”, justamente por conta das imagens. A Delegacia de Homicídios de Niterói (DHNSG) decretou na época a prisão temporária.

Na mesma audiência, a juíza manteve a prisão preventiva do réu, que havia sido capturado poucos dias após o crime. A defesa de Aderbal tentava a revogação sob alegação de que o acusado é réu primário, de bons antecedentes e exercia atividade laborativa lícita. Alegou, ainda, que o réu foi levado de sua residência para prestar depoimento horas antes da expedição do mandado.
Na decisão, a juíza afirma que, quanto à autoria delitiva, há elementos a indicar ter o acusado cometido de forma injustificada o crime de homicídio duplamente qualificado, bem como o crime conexo de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. Além disso, a decisão diz que permanecem inalterados os motivos já elencados na decisão em que foi decretada a prisão preventiva.

A audiência foi acompanhada por Vanessa Siqueira Ribeiro, representando o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), os advogados de defesa do acusado, além de testemunhas de defesa e acusação. De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), a data do Juri Popular ainda será marcada.
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Versão do suspeito de legítima defesa foi descartada - Imagem Internet
Versão do suspeito de legítima defesa foi descartadaImagem Internet
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Niterói - Na ocasião, crime bárbaro chocou a população pela banalidade.
Zilda Henrique dos Santos foi morta após pedir 1 dinheiro a Aderbal Ramos de Castro, que sacou uma arma da cintura e a baleou. O revólver calibre 38 foi apreendido. Zilda foi encontrada ferida e levada a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. 
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Na delegacia, o homem confessou o crime, alegando que a vítima tentou praticar um roubo e que ele reagiu.
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Na mesma audiência, a juíza manteve a prisão preventiva do réu, que havia sido capturado poucos dias após o crime. A defesa de Aderbal tentava a revogação sob alegação de que o acusado é réu primário, de bons antecedentes e exercia atividade laborativa lícita. Alegou, ainda, que o réu foi levado de sua residência para prestar depoimento horas antes da expedição do mandado.
Na decisão, a juíza afirma que, quanto à autoria delitiva, há elementos a indicar ter o acusado cometido de forma injustificada o crime de homicídio duplamente qualificado, bem como o crime conexo de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. Além disso, a decisão diz que permanecem inalterados os motivos já elencados na decisão em que foi decretada a prisão preventiva.

A audiência foi acompanhada por Vanessa Siqueira Ribeiro, representando o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), os advogados de defesa do acusado, além de testemunhas de defesa e acusação. De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), a data do Juri Popular ainda será marcada.
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