Em depoimento, o atirador alegou que matou o cachorro a sangue frio pois acreditava que o animal estava doente - Imagem Internet
Em depoimento, o atirador alegou que matou o cachorro a sangue frio pois acreditava que o animal estava doenteImagem Internet
Por O Dia
Niterói - Acusado de torturar e matar um cão, no último 15 de outubro, no Fonseca,na Zona Norte de Niterói, um comerciante de 29 anos, foi preso na noite desta quarta-feira (2).


Ele passou a noite na carceragem da 76° DP (Centro) e está sendo transferido para Unidade Prisional na manhã desta quinta-feira (3). 
Conforme informações da polícia, a prisão ocorreu em cumprimento de um mandado de prisão preventiva.


Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, as provas contra o autor, que espancou e efetuou dois tiros contra o cão, conhecido como "segurança", eram suficientes para a expedição do mandado de prisão.


Ele irá responder por maus tratos e por porte ilegal de arma de fogo.


Vale lembrar que na época do crime a Polícia Civil capturou imagens de seguranças da região e identificaram o acusado, que chegou a confessar o crime.
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O presidente Jair Bolsonaro sancionou no dia 29 de setembro, em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, a lei que aumenta as penas para quem maltratar cães e gatos. Agora, este crime passa a ser punido com prisão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda, a novidade do projeto.

Antes, a pena era de detenção de três meses a um ano, além de multa.
A pena de reclusão da nova lei prevê cumprimento em estabelecimentos mais rígidos, como presídios de segurança média ou máxima. O regime de cumprimento de reclusão pode ser fechado, semiaberto ou aberto.