Por joyce.caetano

São Paulo - A Polícia Civil começou, nesta sexta-feira, a realizar a reconstituição da morte do menino Joaquim Ponte Marques, três anos. A informação foi confirmada na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

Joaquim Ponte, 3 anosReprodução

Mais cedo, a mãe de Joaquim, Natália Ponte, e o padrasto, Guilherme Longo, estavam na DIG. A informação inicial é de que somente Longo deve acompanhar a reconstituição. "Não vejo a necessidade de colocá-la com ele na mesma cena", disse o delegado Paulo Henrique Martins de Castro.

Natália foi levada da Cadeia de Franca (SP), onde está presa, enquanto Longo foi retirado da cela no Jardim Independência, em Barretos (SP). A defesa dele confirmou a participação do padrasto.

Já foi preparado um grande esquema de segurança, com o fechamento de oito vias de acesso à casa de Joaquim.

Seguro

Castro confirmou que a polícia vai apurar a mensagem de texto que o padrasto enviou a Natália na qual cita uma apólice de seguro. Porém, afirmou que isso altera a linha de investigação. Já a defesa de Longo alega não poder falar nada a respeito porque, oficialmente, não teve acesso ainda a essa informação.

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