Justiça nega habeas corpus para 11 investigados da Operação Lava Jato

Segundo o Ministério da Justiça, 19 pessoas foram presas na Operação, que investiga organizações criminosas responsáveis por desvio de recursos públicos

Por hugo.pernet

Brasília - A Justiça Federal negou pedidos de liberdade para 11 investigados da Operação Lava Jato entre sábado e domingo. A desembargadora Maria de Fátima Freitas Laberrère, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, de Porto Alegre, indeferiu habeas corpus para cinco pessoas no sábado e mais seis neste domingo. Segundo o Ministério da Justiça, 19 pessoas foram presas.

Neste sábado, a desembargadora negou pedidos da defesa de Eduardo Emerlino Leite, diretor da Camargo Corrêa, e de Dalton dos Santos Avancini e João Ricardo Auler, vinculados à mesma construtura. Avancini e Auler tiveram decretada a prisão temporária.

A PF deflagrou na sexta-feira a sétima fase da Operação Lava Jato%2C que investiga organizações criminosas responsáveis por desvio de recursos públicosDivulgação/Polícia Federal


No caso de Leite, cujo mandado foi para prisão preventiva, além de pedir habeas corpus, os advogados alegaram questões de saúde para pedir ainda o cumprimento de prisão domiciliar, já que ele seria portador de hipertensão arterial.

Também no sábado foram indeferidos os pedidos de Agenor Franklin Magalhães Medeiros e José Ricardo Nogueira Breghirolli, ligados à OAS.

Neste domingo, Maria de Fátima Freitas Laberrère negou habeas corpus a José Aldemário Pinheiro Filho, presidente da OAS, e a Mateus Coutinho de Sá Oliveira e Alexandre Portela Barbosa, ligados à mesma empresa.

Foram expedidos mandados de prisão temporária para os três. A desembargadora indeferiu, ainda, pedidos de liberdade para Carlos Eduardo Strauch Albero, Milton Prado Júnior e Gerson de Mello Almada, da Engevix. Para os dois primeiros foi expedido mandado de prisão temporária. Para Almada, mandado de prisão preventiva.

Com informações da Agência Brasil 

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