Base do governo racha na Câmara

A disputa pela presidência da Câmara teve ontem mais um dia de troca de farpas, acusações e rompimentos

Por felipe.martins , felipe.martins

Brasília - A disputa pela presidência da Câmara teve nesta quinta-feira mais um dia de troca de farpas, acusações e rompimentos. O peemedebista Eduardo Cunha chegou a afirmar, via Twitter, que o líder do governo na Casa, o petista Henrique Fontana, não seria mais interlocutor da administração Dilma Rousseff com sua base, no PMDB. Para Cunha, Fontana, que declarou apoio ao colega de partido Arlindo Chinaglia , fugiu de atribuição de líder governista. O peemedebista chamou o petista de “fraco, desagregador e radical”.

Teve como resposta que o vice-presidente da República, Michel Temer, do PMDB, assinou uma nota declarando apoio a Cunha. Ele provocou o adversário, afirmando que não vai “reclamar”. “Do ponto de vista da democracia, o vice tem toda legitimidade”, provocou.

Cunha disse que a bancada do PMDB não reconhecerá mais a liderança de Fontana nem participará de discussão do governo se o petista for o interlocutor.

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