Por fernanda.magalhaes

Bagdá (Iraque) - Pelo menos 11 membros das forças de segurança e três civis morreram nesta quarta-feira em diferentes ataques no Iraque, enquanto as forças iraquianas mataram também seis membros da Al Qaeda, informou a Agência Efe uma fonte de segurança.

No ataque mais violento pelo menos seis soldados morreram e outros sete ficaram feridos em um ataque a um posto de controle do Exército na região de Al Azim, 60 quilômetros ao norte de Baquba, a capital provincial de Diyala, no leste do Iraque.

Um oficial da polícia morreu e outros dois ficaram feridos na explosão de uma bomba na cidade de Al Tabj, no norte de Baquba, e acrescentou que um agricultor morreu e seu filho ficou ferido em outro ataque ao leste da mesma cidade.

Além disso, três policiais morreram em um ataque armado ao seu veículo em Al Sharqat, 200 quilômetros ao norte de Bagdá.

Um suicida explodiu seu veículo em um posto de controle do exército na cidade de Talafar, 400 quilômetros ao norte de Bagdá, causando a morte de um policial e ferindo outras 14 pessoas.

Além disso, a fonte informou que um helicóptero do exército bombardeou vários veículos que estariam transportando supostos membros da Al Qaeda em Albuhezim, no leste de Faluja, o que provocou a morte de seis deles e ferimentos em outros quatro, além da destruição de vários de seus carros.

Em outro bombardeio similar do exército, em Albubali, no leste de Ramadi, morreram dois civis e outros sete ficaram feridos. A tripulação do avião que efetuou este bombardeio teria confundido as vítimas com terroristas.

Um suicida detonou seu carro-bomba perto da casa de Harit alNaeem, chefe da delegacia do bairro de Al Zubat, em Ramadi, e do sobrinho do chefe do Conselho de Salvação iraquiana (milícias sunitas que lutam contra a Al Qaeda), Ahmed Abu Risha.

A explosão causou ferimentos graves ao chefe policial e a sete moradores, alguns deles com lesões críticas. Também hoje, um grupo de desconhecidos armados voaram a ponte de Al Qasem, no leste de Ramadi, o que perturbará o tráfego por se tratar de um das maiores pontes da cidade, segundo a mesma fonte.

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