Por bferreira

Rio - Como tantos outros ajustes necessários para o país, a Reforma da Previdência suscita debates e gera polêmicas, mas pouco avança de concreto. Em 2016 será preciso sair do vago campo das ideias e aplicar mudanças, ou ao menos chegar a um consenso com a sociedade.

É largamente sabido que a Previdência Social registra rombo após rombo. Propostas não faltam. Duas foram repetidas com bastante veemência em dezembro, como O DIA mostrou nas últimas semanas: igualar a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres e estabelecer um tempo obrigatório de contribuição. Sugestões que serão postas em consulta pública ao longo do ano.

Muito antes de entrar em crise, o país já registrava aumento da expectativa de vida, e a população mais longeva impõe impactos nas contas públicas. O Erário jamais fechará no azul se o país continuar irresponsavelmente adiando decisões importantes. Já que se protelam as reformas Política e Tributária, que pelo menos a da Previdência deixe de ser tabu.

Você pode gostar