Rio - O soldado da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha Sidnei Felix Cuba, que dirigiu a viatura 6014 que transportou o pedreiro Amarildo de Souza pela favela no dia em que ele desapareceu, se apresentou à 15ª DP (Gávea) quatro dias depois de prestar depoimento para retificar informação dada em 26 de julho. O mesmo fez a PM Liliane de Oliveira Monteiro, que estava com Cuba no carro da polícia.
Na nova declaração, dia 30 de julho, os dois disseram que se lembraram que um carro Cobalt havia seguido a viatura em que estavam naquele dia. Eles alegaram que se recordaram do veículo, após verem imagens gravadas dia 14 pelas câmeras da UPP. No primeiro depoimento, os militares afirmaram que não perceberam que havia um carro os seguindo. A PM alega que os dois “se perderam” com o carro da UPP.
Já o comandante da UPP Rocinha, major Edson Santos, em depoimento, afirma que viu Amarildo sair da unidade e descer a escada que dá acesso à localidade Dioneia.
Nesta quinta-feira, um PM da UPP prestou depoimento no setor de Busca de Paradeiro da Divisão de Homicídios (DH). Ele é o policial que foi infiltrado na Rocinha para investigar o tráfico. O trabalho resultou na operação da 15ª DP Paz Armada, que prendeu criminosos da favela.




