Por thiago.antunes

Rio - A Secretaria de Segurança Pública cancelou o convênio com a Fundação Assegura para operação do sistema de câmeras nos batalhões de polícia do estado. Desde o dia 1º deste mês, o serviço de monitoramento deixou de ser prestado por 420 policiais civis, militares ou bombeiros aposentados, e pessoas com necessidades especiais, a maioria vitimada em serviço pela violência. Mas diz que o serviço está sendo feito por policiais da ativa.

Entretanto, o coronel Luiz Fernando Medina, presidente da Assegura, denuncia que, com o fim da parceria, iniciada em 2003, os centros de controle dos batalhões estão sem operadores. “Diante de qualquer risco, suspeita ou ação delituosa, o operador de rádio (PM da ativa) era informado pelo inativo (operador) para acionar uma viatura. O que é uma máquina sem um olhar experiente?”, critica o coronel.

Secretaria disse que câmeras são monitoradas pelo Centro IntegradoDivulgação

A Secretaria de Segurança negou que os batalhões estejam sem operadores. Em nota, informou que todas as câmeras estão sendo monitoradas pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) ou pelo próprio batalhão, dependendo do caso. Em ambos, a operação é feita por PMs lotados no Centro de Controle Operacional da Polícia Militar (Cecopom).

De acordo com a secretaria, novo sistema com 450 câmeras, ao custo de R$ 62 milhões por dois anos de contrato, já está em fase de implantação.Os batalhões permanecerão com acesso às imagens das câmeras da sua área.

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