Por thiago.antunes

Rio - O bancário Claudio Martins da Cunha, desaparecido desde a última sexta-feira, comprou um carro após ser visto pela última vez em um posto do Detran em Irajá. O fato faz com que as investigações conduzidas pela Divisão Antissequestro apontem para uma possível fuga. Cláudio também é investigado por suposto desvio de R$ 370 mil da agência do Banco do Brasil no Centro, na qual trabalhava como tesoureiro.

Se comprovadas as irregularidades, Cláudio poderá ser indiciado por apropriação indébita. De acordo com depoimento prestado por Ilza Ozeda, esposa do bancário, na 29ª DP (Madureira), o último contato de Cláudio com a família foi feito por mensagem de texto na terça feira. Após se despedir, ele teria escrito: “O que fiz não tem volta”.

Em nota, o Banco do Brasil disse que colabora para as investigações policiais. O suposto desvio financeiro sucedido de fuga pegou de surpresa colegas de trabalho do bancário. “Todos acreditavam em sequestro. Era uma pessoa acima de suspeitas”, disse outra funcionária da agência na Praça Mauá. O bancário teria realizado depósitos fantasmas no sistema contábil do banco, ao qual tinha acesso, para burlar auditorias realizadas.

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