Por thiago.antunes

Rio - Em reunião realizada na tarde desta terça-feira com a participação das secretarias de Estado da Casa Civil, de Transportes e das concessionárias Supervia, Metrô Rio e CCR Barcas, além da Secretaria Municipal de Transportes e da Fetranspor, a Agetransp solicitou a criação de um plano de contingência integrado entre os transportes da cidade. O objetivo é permitir uma operação integrada, reduzindo os impactos provocados por incidentes e preservando a mobilidade e a segurança dos usuários.

Durante o encontro, a Agetransp agendou reuniões semanais de acompanhamento e estabeleceu prazo de até 30 dias para que as concessionárias apresentem o resultado do trabalho. Para a agência reguladora, a discussão e o estabelecimento deste plano irá agilizar a tomada de decisões e proporcionar um tempo de resposta mais eficiente, integrando ações para redução do impacto de paralisação operacional de determinado modal.

Além de estudos operacionais, o plano integrado deverá levar em consideração estratégias de comunicação padronizadas e a aceitação mútua dos bilhetes entre os diferentes modais, com participação também da Fetranspor, durante a ocorrência de incidentes, algumas das diretrizes apresentadas pela Agetransp.

Participaram da reunião o conselheiro presidente da Agetransp, Cesar Mastrangelo, e os conselheiros Arthur Bastos, Aparecida Gama e Lucineide Marchi; o subsecretário de Estado da Casa Civil, Rodrigo Vieira, a subsecretária de Estado de Transportes, Tatiana Carius; o presidente da CCR Barcas, Marcio Roberto de Moraes; o presidente do Metrô Rio, Flávio Almada; e o presidente da Supervia, Carlos Cunha. O secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osório, e o presidente da Fetranspor, Lélis Marcos Teixeira, também participaram do encontro.

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