Lojistas querem se livrar de trepidação de obras, como a Alerj

Demolição da Perimetral abala imóveis

Por thiago.antunes

Rio - A restrição no horário de demolição da parte do Elevado da Perimetral próximo à Praça 15, por causa da proximidade com o prédio da Assembleia Legislativa, causa polêmica entre comerciantes. Eles dizem que convivem com abalos decorrentes das obras desde novembro, e não conseguiram acordo semelhante. Como publicado nesta terça-feira pelo ‘Informe do DIA’, os trabalhos foram restritos ao horário entre 19h e 9h, para evitar trepidações.

Horário menor não atrasa obra%2C diz Companhia de DesenvolvimentoJosé Pedro Monteiro / Agência O Dia

“O problema é decorrente da falta de planejamento. A Alerj pertence ao poder público. Há preferência. Os comerciantes não têm esta abertura”, disse o presidente do Sindicato dos Lojistas do Rio, Aldo Gonçalves. Apesar de ter diminuído o tempo de demolição em dez horas por dia, a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio (Cdurp) garante que a mudança não impactará no prazo de conclusão do trabalho. De acordo com a companhia, a decisão foi oficializada com representantes da Alerj junto ao Consórcio Porto Rio, empresa contratada pela Concessionária Porto Novo.

O uso de sismógrafo no prédio da Alerj, de acordo com a Cdurp, seria prática bastante comum em obras e não impactaria em custo adicional, por ser levado diariamente ao prédio. Apesar da queixa de lojistas, a companhia garante que negociações com moradores e instituições para ajustes de horário são frequentes nas intervenções.

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