Por bianca.lobianco

Rio - A decisão do deputado Romário (PSB) de aliar-se ao PT para candidatar-se a senador no Senado aumentou as especulações no PMDB. No partido, muita gente de peso aposta que Sérgio Cabral vai tirar seu time de campo e deixará de concorrer ao Senado. Neste caso, a vaga ficaria com Francisco Dornelles (PP), que tentaria a reeleição para o cargo.

O grupo mais próximo do ex-governador é favorável à desistência. Até mesmo Renato Pereira, marqueteiro de Cabral, acha que ele deveria “descansar a imagem”.

Vitórias de outros
Segundo esses aliados, para sair vitorioso das eleições, o ex-governador não precisaria disputá-las. Basta que Pezão seja eleito governador e que Marco Antônio, filho de Cabral, vá para a Câmara dos Deputados embalado por uma boa votação.

O pacificador
Caso não concorra em 2014, Cabral tentaria a Prefeitura do Rio em 2016, o que impediria um racha anunciado no PMDB: Eduardo Paes quer que o deputado Pedro Paulo seja seu sucessor; Jorge Picciani, presidente regional do partido, sustenta o nome do filho Leonardo, também deputado.

Nova briga
Por falar nos Picciani: Rafael, deputado estadual e também filho de Jorge, bateu boca ontem na Assembleia Legislativa com Clarissa Garotinho (PR). Para evitar outro problema, Paulo Melo, presidente da Casa, mandou cortar os microfones de ambos.

Descaso
Dos 70 deputados estaduais, 23 faltaram ontem — e olha que a pauta está recheada de aumentos para o funcionalismo. São tantos projetos que foi marcada sessão extraordinária para segunda, dia de jogo da Seleção. Para que suas excelências não percam a partida, os trabalhos começarão às 11h.

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