O voto e as vagas

A luta de dois vereadores governistas para garantir cadeiras no Tribunal de Contas do Município (TCM) têm impedido o início do recesso da Câmara Municipal, que deveria ter começado no dia 1º

Por felipe.martins , felipe.martins

Rio - A luta de dois vereadores governistas para garantir cadeiras no Tribunal de Contas do Município (TCM) têm impedido o início do recesso da Câmara Municipal, que deveria ter começado no dia 1º. O presidente da Câmara, Jorge Felippe, e o líder do governo, Luiz Antonio Guaraná, querem aprovar logo a emenda à Lei Orgânica que estabelece critérios claros para o preenchimento de vagas no TCM. Pela proposta, dos sete conselheiros, quatro — inclusive os dois primeiros — serão indicados pelos vereadores.

Recesso à vista

A emenda foi aprovada na primeira votação, mas precisa passar por uma segunda, que só pode ser realizada dez dias depois da inicial. A sessão definitiva deve ocorrer na terça.

Pezão e o pedetista

Pezão insiste para que o pedetista Felipe Peixoto, que seria candidato a vice na sua chapa, aceite concorrer a uma vaga de deputado federal. Por ter lançado Carlos Lupi ao Senado, o PDT foi expulso da coligação liderada pelo PMDB, mas continua a apoiar o atual governador. Ontem, Pezão anunciou que Peixoto ocupará o cargo que quiser em seu eventual novo governo.

Lindberg e o pedetista

A reunião de Pezão com os pedetistas foi pela manhã num hotel do Centro. À tarde, o deputado Brizola Neto, também do PDT, esteve no mesmo local para dar apoio a Lindberg Farias, candidato do PT.

Calote oficial

A Secretaria Municipal do Trabalho ficou seis meses sem pagar o aluguel de imóvel em Campo Grande. Agora, abriu sindicância para apurar o calote.

As verbas

Cada preso custa ao governo do Rio R$ 25,6 mil anuais; manter um aluno na rede de ensino sai por R$ 5,7 mil. A situação é parecida em outros estados.

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