Colibri luta para não fechar as portas

Instituto é referência em serviços pedagógicos e terapêuticos a portadores da Síndrome de Down no Rio

Por thiago.antunes

Rio - O destino da instituição Colibri, referência em serviços pedagógicos e terapêuticos a portadores da Síndrome de Down no Rio, será decidido nesta terça-feira. A entidade sem fins lucrativos está ameaçada por um entrave burocrático com a prefeitura. De acordo com a fundadora, Dalva Rodrigues de Azevedo, agentes da 4ª Inspetoria Regional do Município informaram ontem que o espaço, que atende 50 pessoas, teria que fechar as portas.

A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) havia pedido em 2011 um novo uso para o imóvel, já que a entidade funciona em área residencial. Para continuar o atendimento, seria necessário alvará definitivo e que o espaço virasse uma escola. Segundo a fundadora, seria financeiramente inviável. “É um trabalho de 40 anos e não pode ser jogado fora. É impossível abandonar essas pessoas da noite para o dia”, indignou-se Dalva.

Informada pelo DIA sobre o fechamento, a Seop marcou reunião com Dalva nesta segunda. “Esse espaço não vai parar de funcionar de jeito nenhum”, assegurou o secretário Leandro Matieli.

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