PM é baleado com oito tiros quando deixava UPP na Zona Norte da cidade

O agente foi atingido no tórax, braço e perna. Ferido, o homem foi levado em estado gravíssimo para o Hospital Getúlio Vargas

Por nicolas.satriano

Rio - Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Cruzeiro, na Penha, Zona Norte do Rio, um soldado identificado como Davis Fernandes Giffoni, de 28 anos, foi baleado no início da noite desta segunda-feira ao sair da comunidade. Ele passou por cirurgia durante a madrugada, mas ainda não há informações sobre seu estado de saúde.

A vítima, segundo policiais militares, teria sido atingida por oito disparos, cinco deles no tórax, dois no braço e um na perna. Em estado gravíssimo, ele foi socorrido e levado ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha.

O PM, que não estava fardado, foi baleado quando passava com sua moto pela Rua Merendiba. Segundo testemunhas, Davis foi surpreendido por criminosos, que atiraram e ainda roubaram a arama do soldado. A moto da vítima não foi levada.

De acordo com a Coordenadoria de Polícia Pacificadora, policiais fizeram buscas na região, mas até o início da manhã desta terça-feira, eles não tinham localizado os atiradores. A 22ª DP (Penha) investiga o caso.

Já a Divisão de Homicídios (DH) apura se as mortes dos soldados PM Diego de Lima Soares, da UPP da Vila Kennedy, e Ronald Nascimento da Silva, do Exército, tem ligação. Os corpos deles foram encontrados domingo, dentro de sacos plásticos e abandonados na Avenida Brasil, na altura de Santíssimo, na Zona Oeste. Em depoimento à polícia, parentes das vítimas disseram que eles não se conheciam.

Diego foi sepultado na tarde de segunda-feira no Cemitério jardim da Saudade, em Sulacap. A viúva, grávida de dois meses, precisou ser acompanhada.

Uma assinatura que vale muito

Contribua para mantermos um jornalismo profissional, combatendo às fake news e trazendo informações importantes para você formar a sua opinião. Somente com a sua ajuda poderemos continuar produzindo a maior e melhor cobertura sobre tudo o que acontece no nosso Rio de Janeiro.

Assine O Dia