Pelas Ruas: 'Madrugada no Centro' faz viagem pela musicalidade carioca

A partir de 5 de setembro, público contará com seis edições temáticas do projeto com diversos ritmos

Por paloma.savedra

Rio - Vem aí a terceira edição da festa ‘Madrugada no Centro’, um convite a uma viagem pela musicalidade carioca. O projeto recomeça no sábado, 5 de setembro, no estacionamento do CCBB, e vai até fevereiro de 2016, com seis edições temáticas. A ideia é movimentar a noite da cidade e fazer um resgate da tradição boêmia e musical do Centro do Rio. A primeira festa é Disritmia, com Rita Benneditto e DJ Marcelinho da Lua. O que significa muito carimbó, tecnomacumba, pontos de umbanda, afropop brasileiro, com suingue intenso de festa e groove eletrônico.

‘Hora do Poço’ em Vista Alegre

Dois jovens inconformados com a realidade em que vivem percorrem as terras secas do mundo até encontrar água em abundância. Essa é a história da peça infantojuvenil ‘Hora do Poço ou a Boca do Céu’, que conta a história de Rapazinho e Marina. Personagens fantásticos, como a Serpente Bipolar, o Passado, a Mulher Guarda-Chuva e o Palhaço Mendigo, cruzam seus caminhos, conduzindo a ação dos heróis em busca de seus sonhos. De graça, é hoje na Lona Cultural Municipal João Bosco, Vista Alegre, e nos dias 27 e 28 de agosto na Lona Cultural Municipal Terra, em Guadalupe, em duas sessões, sempre às 10h e às 14h.

Fiotim — a oitava maravilha do mundo contemporâneo’ tem cenário lúdico e faz parte do Festival de Esculturas do RioBiel Machado

FIOTIM – A OITAVA MARAVILHA

Deve ser o menor museu do mundo. Montado em um pequeno trailer itinerante, ‘Fiotim — a oitava maravilha do mundo contemporâneo’ tem cenário lúdico, com reproduções em miniatura das imensas instalações do museu mineiro a céu a aberto, Inhotim. Criado por Jorge Fonseca (foto), é parte do Festival de Esculturas do Rio e vai circular por diferentes bairros. Neste fim de semana pode ser visitado no Parque Madureira, depois na Cinelândia, Praia do Leme, Praça Afonso Pena, Lagoa e Aterro do Flamengo.

Tá bom pra você

Érico Brás, o Jurandir de ‘Tapas e Beijos’, quer botar um novo bloco na rua no próximo Carnaval. O Tá bom pra você deve sair em Copacabana, no Sábado de Momo. Gabriela Dias, enteada do ator e filha de Kenia Maria, será a cantora principal. Brás traz grande experiência do Carnaval de Salvador, onde já puxou diversos blocos. Em 2015, comandou o Ilê Aiyê, nos 40 anos da agremiação. “O Carnaval do Rio hoje é o mais promissor do país porque respeita os limites do folião, nos moldes antigos”, diz o ator.

Viva a arte pública

Lá vêm eles! Um grande cortejo pelas ruas do subúrbio do Rio de Janeiro marcará a chegada do 2º Festival Carioca de Arte Pública ao bairro da Penha amanhã. Saindo de Marechal Hermes, a caravana dos ‘artistas públicos’, comandada por Amir Haddad, vai desembarcar na Praça Santa Emiliana, no IAPI, onde os grupos que compõem a trupe vão se encontrar com artistas locais. Após montar uma grande tenda, iniciarão as atividades, como apresentação de dança cigana e vários espetáculos teatrais.

CONFETES

Nascida em 2011 num casarão em Santa Teresa, a festa Gororoba vem para a rua pela primeira vez neste sábado, apimentando mais uma vez a noite carioca com uma miscelânea de ritmos. Além da música, um pouco de circo, exposições e dança. Vai ser na Rua do Ouvidor, no Centro, a partir das 22h.

Para quem gosta de dançar, dia 27 tem o baile ‘Dois Pra Lá, Dois Pra Cá’. Realizado com banda ao vivo, terá dançarinos profissionais que ficarão à disposição de quem quiser se arriscar pelo salão. É gratuito, a partir das 17h, no Shopping Jardim Guadalupe, na Avenida Brasil 22.155.

Domingo agora tem roda de samba de primeira na Casa do Minho, no Cosme Velho. Participam do projeto ‘Sururu em Casa’, comandado pelo grupo Sururu na Roda, os cantores João Cavalcanti e Gabriel Azevedo, do Casuarina. A partir das 17h.

A primeira edição do Festival de Esculturas do Rio traz trabalhos inéditos de 27 artistas, no Centro Cultural da Justiça Federal, até 27 de setembro, entre eles Frida Baranek, Suzana Queiroga, Antonio Bernardo (o designer de joias) e o coletivo formado por Guga Ferraz, João Marcos Mancha e Leonardt Lauenstein.

Coluna de Rita Fernandes

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