Por tiago.frederico

Rio - Por conta da crise, os 16 restaurantes populares mantidos pelo governo do estado correm o risco de ser fechados. Nesta quarta-feira, representantes das oito empresas responsáveis pelos estabelecimentos se encontraram com o secretário de Assistência Social, Paulo Melo, e ameaçaram paralisar o serviço nesta quinta-feira — estão sem receber pagamentos do governo há cinco meses.

O secretário pediu um prazo de 15 dias para tentar liberar os recursos. A conta pendurada pelo governo chega a R$ 23 milhões.

Outra dívida

Por dia, 37.500 pessoas almoçam nesses restaurantes — cada refeição sai por R$ 2. O café da manhã, servido a 14 mil clientes, custa R$ 0,50. O governo ainda tem uma outra dívida, de R$ 6 milhões, com as empresas: é referente a repasses que deixaram de ser feitos em 2014.

Ações em risco

A crise ameaça o funcionamento de outros serviços na área social. Há atrasos em pagamentos a entidades conveniadas com a Fundação para a Criança e Adolescência e a prefeituras responsáveis pelos Cras, Centros de Referência de Assistência Social.

Cateter trocado

Pezão foi levado ontem cedo para o centro cirúrgico do Hospital Pró-Cardíaco para a troca do cateter usado para administração da quimioterapia. O equipamento anterior havia gerado numa infecção no ombro do governador.

PT contra a Globo

Domingo, o tempo de TV do PT-RJ será usado para convocar a população para um ato, no dia seguinte, na Lapa, que terá a presença de Lula. Um vídeo de 30 segundos será veiculado dez vezes em todas as emissoras — uma das imagens mostrará manifestantes gritando palavras de ordem contra a Rede Globo.

Incompatibilidade

Articulações podem levar Jandira Feghali (PCdoB) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Seu vice seria o conservador Ezequiel Teixeira (PTN).

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