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Educação é considerada atividade essencial e volta às aulas está permitida em Nova Friburgo de forma presencial

Decreto foi publicado essa semana pelo Executivo no Diário Oficial

Prefeitura de Nova Friburgo - Paula Valviesse
Prefeitura de Nova FriburgoPaula Valviesse
Por O Dia
A Prefeitura de Nova Friburgo publicou na última semana um decreto que classifica a Educação como atividade essencial. Sendo assim, fica autorizado a retomada das aulas presenciais nas instituições públicas e privadas já no mês de março. Conforme o novo decreto, as atividades presenciais estão permitidas entre as bandeiras Laranja e Verde, ou seja, em caso de retorno às bandeiras Roxa ou Vermelha, as aulas serão suspensas.

Nesta semana, esteve em vigor no município a Bandeira Laranja e, a partir de segunda-feira (08/02), Nova Friburgo estará na fase Amarela, a segunda mais flexível dentro do sistema de avaliação de risco estabelecido pela administração pública.

Conforme estabelecido pelo novo decreto, as unidades escolares precisarão estar de acordo com os critérios e protocolos para a retomada segura e gradual, em consonância com o Decreto Estadual de n° 47.454/2021, de 21 de janeiro, além de recomendações científicas e jurídicas de outras organizações.

Segundo a Prefeitura, entre os atores que se manifestaram cientificamente sobre a segurança e protocolos sanitários para a volta às aulas presenciais estão a Sociedade Brasileira de Pediatria, Fiocruz, UNESCO, UNICEF, Organização Mundial da Saúde e a Anvisa. Partindo de princípios legais, o GAEDUC (Grupo de Atuação Especializada em Educação), Tutela Coletiva, Promotoria da Infância, Defensoria Pública entre outras entidades também recomendaram pela retomada.

O decreto classifica a Educação como serviço essencial, entendendo como prioritárias ações e políticas públicas voltadas para o setor, que deverá seguir regramentos como o percentual máximo diário permitido para fins de atendimento presencial a partir de 30 dias da sua publicação, no qual a bandeira laranja permitirá até 50% do número de alunos matriculados por turma; 75% na amarela e 100% na verde. Em caso de bandeira roxa ou vermelha, as aulas deverão ser suspensas. Na prática, a iniciativa oferece alternativas para o ensino, que pode ser presencial, remoto ou híbrido (presencial e remoto).

Dentre as medidas elencadas no protocolo proposto pelo Grupo de Trabalho para retorno das aulas presenciais destaca-se a necessidade de adequação da ventilação no ambiente escolar, da taxa de ocupação e organização dos espaços físicos, da estrutura de higienização e ainda sala de isolamento na hipótese de se verificar um caso suspeito e, por fim, orientações gerais para planejamento e organização do retorno das aulas presenciais.

A Administração Pública Municipal instituiu uma comissão de avaliação das unidades escolares municipais para determinar o momento do retorno das aulas e o cumprimento das regras, composta por membros de secretarias municipais, como Educação e Saúde.

Ainda de acordo com a Prefeitura, grande parte das normas dispostas no decreto foram propostas pelo Plano de Retomada das Aulas Presenciais que foi construído coletivamente pelo grupo de trabalho que é composto por diversos setores da sociedade civil e do poder público, tais como: secretarias e conselhos municipais, Poder Legislativo, Fórum de Educação e diversos sindicatos como SEPE, SINPRO e SINEPE.
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Decreto foi publicado essa semana pelo Executivo no Diário Oficial

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A Prefeitura de Nova Friburgo publicou na última semana um decreto que classifica a Educação como atividade essencial. Sendo assim, fica autorizado a retomada das aulas presenciais nas instituições públicas e privadas já no mês de março. Conforme o novo decreto, as atividades presenciais estão permitidas entre as bandeiras Laranja e Verde, ou seja, em caso de retorno às bandeiras Roxa ou Vermelha, as aulas serão suspensas.

Nesta semana, esteve em vigor no município a Bandeira Laranja e, a partir de segunda-feira (08/02), Nova Friburgo estará na fase Amarela, a segunda mais flexível dentro do sistema de avaliação de risco estabelecido pela administração pública.

Conforme estabelecido pelo novo decreto, as unidades escolares precisarão estar de acordo com os critérios e protocolos para a retomada segura e gradual, em consonância com o Decreto Estadual de n° 47.454/2021, de 21 de janeiro, além de recomendações científicas e jurídicas de outras organizações.

Segundo a Prefeitura, entre os atores que se manifestaram cientificamente sobre a segurança e protocolos sanitários para a volta às aulas presenciais estão a Sociedade Brasileira de Pediatria, Fiocruz, UNESCO, UNICEF, Organização Mundial da Saúde e a Anvisa. Partindo de princípios legais, o GAEDUC (Grupo de Atuação Especializada em Educação), Tutela Coletiva, Promotoria da Infância, Defensoria Pública entre outras entidades também recomendaram pela retomada.

O decreto classifica a Educação como serviço essencial, entendendo como prioritárias ações e políticas públicas voltadas para o setor, que deverá seguir regramentos como o percentual máximo diário permitido para fins de atendimento presencial a partir de 30 dias da sua publicação, no qual a bandeira laranja permitirá até 50% do número de alunos matriculados por turma; 75% na amarela e 100% na verde. Em caso de bandeira roxa ou vermelha, as aulas deverão ser suspensas. Na prática, a iniciativa oferece alternativas para o ensino, que pode ser presencial, remoto ou híbrido (presencial e remoto).

Dentre as medidas elencadas no protocolo proposto pelo Grupo de Trabalho para retorno das aulas presenciais destaca-se a necessidade de adequação da ventilação no ambiente escolar, da taxa de ocupação e organização dos espaços físicos, da estrutura de higienização e ainda sala de isolamento na hipótese de se verificar um caso suspeito e, por fim, orientações gerais para planejamento e organização do retorno das aulas presenciais.

A Administração Pública Municipal instituiu uma comissão de avaliação das unidades escolares municipais para determinar o momento do retorno das aulas e o cumprimento das regras, composta por membros de secretarias municipais, como Educação e Saúde.

Ainda de acordo com a Prefeitura, grande parte das normas dispostas no decreto foram propostas pelo Plano de Retomada das Aulas Presenciais que foi construído coletivamente pelo grupo de trabalho que é composto por diversos setores da sociedade civil e do poder público, tais como: secretarias e conselhos municipais, Poder Legislativo, Fórum de Educação e diversos sindicatos como SEPE, SINPRO e SINEPE.
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