Por adriano.araujo

Rio - Cinco dias de festa com mais de 200 artistas celebram o 23º aniversário de emancipação de Queimados. Quarenta mil pessoas são esperadas na Expo Queimados 2013, evento gratuito que acontece em Vila Pacaembu, próximo à Vila Olímpica, de 27 a 1º de dezembro.
A programação festiva reúne representantes de vários ritmos, como o som gospel da cantora Fernanda Brum, o rock de O Rappa e o sertanejo da dupla Vítor & Léo.

A feira de indústrias, que começa nesta terça-feira às 18h, termina no mesmo dia da festa. A infraestrutura conta também com uma praça de alimentação, com 48 tendas, dois restaurantes, parque de diversões e boate.

O rock de O Rappa é uma das atrações da noite de sexta-feiraDivulgação

No pavilhão, os shows de abertura da quarta-feira começam a partir das 18h, no palco Olímpico, onde a dupla gospel Alex & Alex solta a voz a partir das 21h. No palco Ouro, às 22h, é Fernanda Brum quem toca seus sucessos. Mais tarde, às 23h50, é o Pregador Lou reassume a liderança do palco Olímpico.

No dia 28, artistas como Markinhos Vargas, Ramal 53 e Quertzal tocam a partir das 18h, no palco Olímpico. O grupo Roupa Nova se apresenta à meia-noite no palco Ouro.

Na sexta-feira, O Rappa assume o palco Ouro com canções emblemáticas, como ‘Minha Alma’ e ‘Pescador de Ilusões’, à meia-noite. Antes, a partir das 18h, o palco Olímpico recebe várias bandas.

No dia 30 é a vez do sertanejo universitário no palco Ouro. As duplas Bento & Mariano e Vítor & Léo embalam a plateia a partir das 22h30.

No palco Olímpico, as atrações começam às 18h e seguem até as 4h da manhã. O domingo termina ao som de pandeiros e cavacos do pagodeiro Thiaguinho, que mostra seus sucessos à meia-noite.

No pavilhão, os visitantes poderão ver ainda exposições de pinturas e grafite de artistas locais, artesanato e apresentações de teatro e dança. “Temos orgulho de nossos artistas e fizemos questão de mostrar o que temos de melhor em nossa cidade”, disse o prefeito Max Lemos.

Origem em costume chinês

O nome inusitado da cidade tem sua origem em uma história comovente. Enquanto construíam a Estrada de Ferro D. Pedro II, em meados do século 18, operários chineses foram acometidos por uma epidemia de malária e cólera, que devastou a colônia. O costume dos chineses daquela época era queimar os mortos.

Então, quando as pessoas passavam pelo lugar onde os corpos haviam sido queimados, indicavam o caminho dizendo: "Vou pela estrada dos queimados". O costume ganhou força entre o povo e acabou dando nome à região.

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