Quaquá - Divulgação
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Por O Dia
Rio - Quando a desgraça se instala em nossas vidas, a doença e a dor tomam conta do organismo, dias parecem meses e 4 meses parecem uma eternidade. Está sendo assim a experiência do povo brasileiro com Bolsonaro e seu desgoverno.
A resistência dos jovens estudantes começa a ganhar as ruas na luta contra o pior desmonte das universidades públicas, dos institutos federais e da educação como um todo, que se tem notícias na história do país.
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Não há pedra que fique de pé em cima da outra no governo Bolsonaro. Aposentadoria, saúde pública, habitação, emprego, direitos indígenas, respeito às mulheres, meio ambiente, direito à vida e a um futuro para a juventude negra das favelas e comunidades, respeito aos LGBTs, estatais, pré sal, soberania nacional, democracia, vergonha na cara, nada está a salvo na marcha da insensatez desse governo sombrio.
Só duas ações salvarão o país: 1- a mobilização do povo nas ruas, e nesse quesito os estudantes sempre protagonizaram e iniciaram processos de massa que mudaram a história do Brasil; 2- a derrota eleitoral das forças do atraso e anti-democráticas, e para isso temos as eleições municipais de 2020 batendo à porta.
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Construir candidaturas unitárias nas capitais e nas principais cidades do país é uma necessidade primeiro para a esquerda e as forças populares, mas que não deveria parar aí, deveria unir todos os democratas. O Brasil está sendo desconstruído, está em risco, e só uma aliança de amplo espectro poderá ser vitoriosa.
Na capital do Rio de Janeiro o nome que reúne as melhores condições para encabeçar uma frente popular e democrática, que ao mesmo tempo derrote Bolsonaro e o projeto de desmonte nacional é a do deputado Marcelo Freixo, do PSOL.
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Nós do PT estamos dispostos a generosamente dialogar com as outras candidaturas legítimas do campo popular e do campo democrático em busca de uma solução de unidade. PT, PCdoB, PSB, PDT e PSOL deveriam formar um grupo de trabalho para elaborar um programa conjunto para a cidade do Rio e para discutir a ampliação das alianças para todos os setores que se opunham ao projeto regressivo e autoritário de Bolsonaro e defendam a democracia.
A gravidade da crise nacional exige nossa unidade, maturidade e sabedoria. A nossa unidade pode garantir uma vitória no Rio, que terá impacto decisivo na retomada de um projeto popular, democrático e soberano de desenvolvimento com justiça social para o Brasil.
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Washington Quaquá é cientista social e presidente Estadual do PT