Petrópolis mantém a luta, mas já contabiliza 77 mortes relativas a pacientes infectados pelo novo coronavírus

Município não acompanhou Estado e manteve todos os decretos feitos desde o início da pandemia. Flexibilização segue como planejada e Secretaria de Saúde permanece no monitoramento dos índices

Por Ney Freitas

Até o momento, Petrópolis totaliza 77 mortes causadas pela contaminação pelo novo coronavírus
Até o momento, Petrópolis totaliza 77 mortes causadas pela contaminação pelo novo coronavírus -
Petrópolis - A Secretaria de Saúde recebeu, na tarde desta quarta-feira, mais dois resultados de óbitos relacionados à contaminação de pacientes pelo novo coronavírus na cidade. Com as notificações, o número de mortes pela doença no município chega a 77. Mesmo permanecendo firme em todos os decretos feitos ainda no início da pandemia, a cidade tem visto os números crescendo e preocupando a população.

As últimas vítimas fatais da covid-19 foram

1 - Um homem de 81 anos, morador do bairro Samambaia. O paciente foi internado no último dia 01/06 e faleceu em 09/06 no Hospital Nossa Senhora Aparecida, no bairro Valparaíso. O paciente tinha um quadro antigo de problemas de saúde e, segundo a equipe médica responsável pelo atendimento, ele sofria há alguns anos com hipertensão arterial.

2 - Uma mulher de 72 anos e moradora do bairro Itamarati. Ela havia sido internada em 30/03 e faleceu em 10/06 no Hospital Clínico de Corrêas. A paciente sofria com doença neurológica crônica e acidente vascular encefálico.

Até o momento já foram analisados 1.492 casos na cidade. Deste total, 570 testaram negativos para coronavírus, 844 testaram positivos e 78 ainda permanecem em análise. Hoje, a cidade tem 81 pacientes internados, podendo ser casos positivos ou ainda em investigação esperando o resultado dos testes. Até o momento podemos afirmar que temos 398 pessoas recuperadas do coronavírus. Esse número se refere às pessoas que estiveram internadas nas unidades hospitalares da cidade ou que se mantiveram em isolamento domiciliar e que, hoje, não apresentam mais os principais sintomas da doença.

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