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Coronel assassinado: reprodução simulada reforça hipótese de roubo e morte

Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital (DH), todas as provas colhidas até o momento confirmam essa hipótese

Por karilayn.areias

Rio - O resultado da reprodução simulada da morte do coronel Luiz Gustavo Teixeira, assassinado no fim de outubro no Méier, na Zona Norte do Rio, aponta para crime de latrocínio. Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital (DH), todas as provas colhidas até o momento, como o depoimento de testemunhas, perícia do local e a reprodução simulada, confirmam essa hipótese.

Polícia faz reprodução simulada da morte de comandante do 3º BPMSeverino Silva/ Agência O Dia

Ainda de acordo com a polícia, o objetivo principal da reprodução simulada, realizada nesta quinta-feira, era descobrir se os criminosos atiraram nas vítimas ao perceberem que eram policiais dentro veículo ou se atiraram contra o carro ao verificarem que os ocupantes estariam se defendendo.

O delegado titular da DH, Fábio Cardoso, disse ainda, que a investigação segue em andamento e quaisquer fatos novos serão apurados. 

O Cabo Nei Filho estava no carro com o Coronel Teixeira e foi ferido na pernaSeverino Silva / Agência O Dia

Luiz Gustavo Teixeira foi morto a tiros dentro de uma viatura descaracterizada, na Rua Lins de Vasconcelos, esquina com a Rua Hermengarda, no Méier. Ele foi o 111º policial militar assassinado no estado em 2017.

O coronel Teixeira estava na corporação há 26 anos e estava à frente do 3º BPM há um ano e seis meses. Ele também trabalhou na Secretaria de Estado de Segurança (Seseg), de 2011 a 2014. O policial deixou uma mulher e dois filhos. 



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