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A Cet-Rio informou que a troca das placas, confeccionadas na fábrica em São Cristóvão, será feita a medida que as anteriores necessitem de substituição por conta de vandalismo ou reposição em caso de roubo. O cidadão pode solicitar a substituição pelo 1746.

As áreas próximas aos corredores Transcarioca e Transolímpica contabilizam o maior número de roubo de placas. Na região da Tijuca, a principal ação de vandalismo são as pichações, que podem confundir os motoristas sobre os limites de velocidade de uma determinada via. Na Zona Sul, os infratores costumam encher as placas de adesivos.

"As placas vandalizadas são localizadas por meio de acionamento do cidadão pelo 1746 (atendimento da prefeitura) ou pelas nossas equipes, que fazem rondas periódicas", explicou o gerente Fabrício Borges. Atualmente, o órgão de trânsito da cidade conta com 300 agentes.

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