Marielle em evento na Lapa - Reprodução/Facebook
Marielle em evento na LapaReprodução/Facebook
Por MARTHA IMENES

Rio - Após a decisão judicial que exigiu a retirada do ar de 16 vídeos no Youtube que propagam mentiras sobre a vereadora Marielle Franco (Psol), assassinada no dia 14, no Rio de Janeiro, agora o Facebook vai na mesma linha e retirará publicações ofensivas à vereadora. Mas, ao contrário do que ocorreu com o Youtube, que somente retirou os videos por ordem judicial, a rede de Mark Zuckerberg espontaneamente vai atrás de perfis falsos que controlem páginas que disseminem esses conteúdos, informou ao DIA o Facebook. "Ao ser identificada, a página automaticamente deixará de funcionar", garantiu a rede social.

De acordo com o Facebook serão privilegiados posts de amigos e parentes não só da vereadora assassinada mas também dos demais usuários. Na semana passada, o próprio Zuckerberg disse que seu "desafio pessoal" para 2018 era "consertar" o Facebook.

De acordo com o Google, responsável pelo Youtube, a decisão judicial foi acertada ao entender que é "imprescindível a análise de cada um dos conteúdos apresentados para verificar se neles há, de fato, algum ataque à honra ou à intimidade da falecida vereadora. Ação pede ainda que o Google forneça os IPs dos computadores que postaram os vídeos, para identificação pela polícia de quem são as pessoas que estão cometendo o crime de calúnia e difamação.

Até ontem o Disque-Denúncia recebeu mais de 60 ligações sobre o Caso Marielle.

 

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