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O juiz Jorge Jansen Counago Novelle, da 15ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio determinou, que o Facebook retire, no prazo de 24 horas, publicações com informações falsas e que ofendam a vereadora. A ação foi movida pela irmã e pela viúva de Marielle.

O magistrado também determinou que a rede social impeça novas postagens ofensivas à vereadora e que informe se os perfis de Luciano Ayan, Luciano Henrique Ayan e Movimento Brasil Livre, que deram origem às notícias falsas, pagaram pelas postagens. Com um investimento mínimo de R$ 2, é possível fazer com que uma postagem apareça em mil perfis, o que facilita a viralização do conteúdo.

Em sua decisão, o juiz afirmou que "não se há de tolerar que a morte de Marielle, Mártir da História Contemporânea do Brasil, se repita, dia a dia, como vem ocorrendo, com a conivência, por omissão, especificamente do réu, que se traveste numa rede social e vem permitindo a propagação de crimes como calúnia contra os mortos, ódio, preconceito de raça e gênero e abusos contra alguém que já não tem como se defender".

Ontem, a Biblioteca Parque de Manguinhos reabriu e recebeu o nome de Marielle (pág. 3).

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