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Diversos quilombos urbanos são oficializados ou lutam por reconhecimento no Estado do Rio. Segundo a lista de Unidades de Conservação no Brasil, em todo território fluminense existem ao menos 34 comunidades remanescentes de comunidades quilombolas.

"Temos mais quilombos do que as pessoas imaginam, porque o Rio tinha alta concentração de fazendas escravagistas, além de ser porta de entrada do tráfico negreiro no Brasil", explica o chefe da Divisão de Ordenamento da Estrutura Fundiária do Incra, Pablo Pontes.

Segundo ele, há mais de 1,2 mil famílias quilombolas cadastradas em 20 territórios de 15 municípios do Estado do Rio, em diferentes etapas de regularização. Apenas três têm as terras definitivamente regularizadas e um está parcialmente titulado. Há ainda outras seis comunidades com identificação em fase inicial, caso das fazendas Santa Izabel e Santa Justina.

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