Taxista é morto com tiro na cabeça durante assalto em Madureira, na Zona Norte. - Whatsapp O Dia (21)987628248
Taxista é morto com tiro na cabeça durante assalto em Madureira, na Zona Norte.Whatsapp O Dia (21)987628248
Por Lucas Cardoso

Rio - O medo volta a rondar os profissionais da praça. Após outro assassinato de um taxista no Rio, presidente de associação fala sobre sensação de insegurança da categoria. "Os bandidos sempre respeitaram o taxista. Antigamente nós passávamos invisíveis pela madrugada. Mas isso tem aumentado em uma proporção absurda. A categoria está revoltada e com receio. Nesse período do Carnaval, isso tende a piorar", comenta André de Oliveira, presidente da Associação de Assistência a Motoristas de Táxi do Brasil (Aamotab).

A entidade recebe relatos diários de colegas vítimas de criminosos. Na maioria dos casos, os bandidos levam os pertences do taxista, o que faz o profissional ficar parado durante algum tempo. Um taxista, que preferiu não se identificar, acredita que a categoria é mais vulnerável por estar sempre na rua. "O risco da gente ao dirigir é maior porque estamos mais tempo na rodando, em todos os horários. Tudo pode acontecer", comenta

De acordo com o profissional, que já trabalha há quatro anos rodando, colegas vêm relatando que foram vítimas após corridas serem solicitadas por aplicativos. "Parei de atender clientes por apps. Achava arriscado demais. Ouvi muitos relatos de colegas que foram levados para emboscadas".

 

Casos recentes

Num intervalo de menos de dez dias, dois taxistas foram vítimas de ações criminosas na cidade. No fim da noite de quarta-feira, em Madureira, André Hauila da Costa Reis, de 39 anos,foi baleado na cabeça durante arrastão. O motorista dirigia pela Rua Maria Lopes, quando bandidos iniciaram confronto com um policial a paisana. Em Bento Ribeiro, também na região, no dia 19, outro profissional foi alvo de uma tentativa de assalto e morreu. 

 

Você pode gostar
Comentários