Sudária da Silva Leopoldino, de 47 anos, foi vista pela última vez na Rodoviária Novo Rio, no Centro - Reprodução/Facebook
Sudária da Silva Leopoldino, de 47 anos, foi vista pela última vez na Rodoviária Novo Rio, no CentroReprodução/Facebook
Por O Dia
Rio - Depois da mobilização dos familiares, a guarda municipal Sudária da Silva Leopoldino, de 47 anos, voltou para casa neste domingo. Desaparecida desde a madrugada de sábado, ao sair de um pagode com uma amiga, a mulher retornou por volta de 12h, sem sinais de agressão.
"Ela voltou para casa sozinha, aparentemente não sofreu nenhuma violência, deu uma explicação estranha, de que deixou o celular no carro e tá com cara de quem ficou o dia todo dormindo. Não sabemos se colocaram alguma coisa na bebida dela", explicou a irmã, Cláudia Silva Leopoldino de Moura, de 53 anos.
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Cláudia disse ainda que não conversou muito bem com a guarda. Alguns amigos que estavam realizando as buscas pelos hospitais do Rio estão na casa de Sudária entendendo o que aconteceu.
Desaparecimento
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A funcionária pública tinha sido vista pela última vez à 1h, na Rodoviária Novo Rio, no Centro. 
"Por volta das 19h de sexta-feira, ela saiu direto do trabalho. Depois, pegou carona com essa amiga até a Novo Rio, onde iria de ônibus para Niterói, onde mora. Marcou de buscar o filho às 9h na casa da nossa mãe e não veio, o que achamos estranho. O telefone não estava atendendo, a última postagem no Facebook foi na sexta-feira, 18h30", disse Cláudia.
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Segundo o amigo Eduardo Cabral, que também é guarda municipal, a última visualização de Sudária nas redes sociais foi as 4h de sábado.  "Ela recebeu uma ligação de uma vizinha, amiga dela, para ajudá-la em casa depois do pagode, mas não chegou lá. Também tinha marcado de ir num aniversário no sábado e não apareceu. Não foi em casa, não deixou uma carta, nada", conta.
A irmã de Sudária afirmou que fez contato com a vizinha e ela informou que a guarda municipal não apareceu em sua casa. "O pessoal da Guarda criou um grupo para procurar em hospitais, estamos buscando as câmeras do ônibus, mas ainda não temos uma posição. Registramos ontem à noite na delegacia e eles estão investigando. Estamos ansiosos e com expectativa dela ser encontrada".
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Eduardo e um grupo de amigos de Sudária realizam uma busca pelos hospitais do Rio, enquanto os familiares procuram por informações sobre a guarda em Niterói. "Ela é uma pessoa extremamente família, não tem esse perfil. Não queremos virar mais uma estatística, de pessoa que some sem dar informação. Estamos preocupados com ela estar morta, queremos ela viva".
Em nota, a Guarda Municipal do Rio informou que soube do caso e vai acompanhar as investigações.
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A Guarda Municipal do Rio tomou conhecimento neste domingo, dia 4, da informação sobre o desaparecimento da servidora, e que entrará em contato com a família e a com a delegacia responsável pela investigação para saber mais detalhes e acompanhar o caso.