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'Estamos ouvindo policiais que patrulharam a localidade', diz delegado do caso Agatha

Delegado informou que o depoimento dos policiais serão mantidos em sigilo para "garantir melhor eficácia na investigação". Os depoimentos das outras testemunhas também não serão divulgados.

Por Waleska Borges

Delegacia de Homicídios da Capital
Delegacia de Homicídios da Capital -
Rio - Oito policiais militares que estavam em patrulhamento na localidade onde a menina Agatha Félix, de 8 anos, foi baleada prestam depoimento na Delegacia de Homicídios da Capital nesta segunda-feira. De acordo com o delegado Daniel Rosa, todos os protocolos da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) estão sendo aplicados, como o depoimento das testemunhas, a perícia no local, a apreensão das armas e o confronto balístico.
"Até o momento, estamos realizando as oitivas dos policiais que teriam participado dessa ocorrência. São policiais que estavam em patrulhamento na localidade", disse o delegado.
Daniel Rosa informou que o depoimento dos policiais serão mantidos em sigilo para "garantir melhor eficácia na investigação". Os depoimentos das outras testemunhas também não serão divulgados.
Sobre o projétil retirado do cadáver da menina, segundo o delegado, ele passará por pericia. "Após retirado do local do crime, ou do cadáver da pessoa, ele passará por perícia a fim de saber se aquele projétil foi de pistola, de fuzil, um anteparo de algum outro objeto encontrado no corpo da vítima. Esse dado, qual é o calibre efetivo, daquele projétil que tirou a vida da Agatha, no momento, não sabemos".
Em média, foram oito armas, entre pistolas e fuzis, que participaram da ocorrência. "Embora todas não tenham atirado, isso é um dado importante". O laudo balístico deverá ficar pronto nos próximos dias. A reconstituição do crime ainda não tem data definida. "Essas armas foram apreendidas para serem submetidas a um possível confronto balísticos e teste de eficácia dessas armas. Um protocolo padrão da DH".
O delegado disse que não havia operações no momento, mas sim um patrulhamento de rotina. "Os policiais não são suspeitos, eles estão sendo ouvidos na qualidade de testemunhas. Assim como os integrantes da kombi e familiares", disse.
A perícia no carro foi bem realizada. "O cenário mostra que o veículo foi impactado por esse projétil. "Até o momento, além dos policiais, cinco testemunhas foram ouvidas.
O delegado se mostrou solidário à família: "A gente lamenta muito. Desejo aqui, em nome da Polícia Civil, meus sentimentos à família da menina que perdeu a vida nesse momento trágico da sexta-feira à noite. Estamos com muito afinco nas investigações".
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