Protesto na Cinelândia  - Reprodução
Protesto na Cinelândia Reprodução
Por O Dia
Rio - Um protesto reúne centenas de pessoas na noite desta sexta-feira, em frente à Câmara de Vereadores, na Cinelândia, Centro do Rio. Os manifestantes cobram investigações sobre quem mandou matar Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes. O crime aconteceu em março do ano passado.
Com cartazes, os manifestantes pedem Justiça e gritam palavras de ordem. Eles acenderam velas na escadaria da Câmara. O ato foi convocado pelo PSOL, na tarde de quarta-feira, um dia após o Jornal Nacional reproduzir uma reportagem em que mostra que a Polícia Civil teve acesso ao caderno de visitas do condomínio Vivendas da Barra, na Zona Oeste do Rio, onde mora o principal suspeito de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes – Ronnie Lessa. Os registros mostram que Élcio Queiroz entrou no condomínio e disse que iria para a casa de Jair Bolsonaro. 
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O Ministério Público do Rio afirmou, no entanto, que "o porteiro (do condomínio do presidente) mentiu "ao dizer que Élcio de Queiroz foi autorizado a entrar no local com a permissão de alguém da residência de Jair Bolsonaro.
Promotora pede afastamento do caso Marielle
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Após a repercussão das publicações de apoio ao presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais, Carmen Eliza Bastos de Carvalho, uma das promotoras do Ministério Público do Rio de Janeiro que investiga o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, pediu afastamento do caso nesta sexta-feira. 
Em nota, o órgão informou ainda que, diante da repercussão relativa às postagens da promotora em suas redes sociais, a Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro instaurou procedimento para análise.
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Já a promotora afirmou, em carta que exerceu a imparcialidade na sua atuação funcional no caso Marielle e Anderson.
 
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