Witzel fala de Gabigol e se diz homem simples: 'Não vou mudar'

Em postagem em rede social, governador comemorou 25 mil vagas de emprego no Rio e bilhões investidos na economia

Por O Dia

Wilson Witzel
Wilson Witzel -
Rio - O governador Wilson Witzel fez um balanço informal de seu primeiro ano de governo, nesta terça-feira, em uma postagem no Facebook. Na publicação, Witzel comemorou os 25 mil empregos gerados em todo o estado, os R$ 3 bilhões investidos na economia e se disse um homem simples: "Aviso que não vou mudar. Seguirei sendo o homem simples que, por vezes, se excede na alegria, nas comemorações e na espontaneidade", escreveu.
O governador destacou ainda que tem "viajado para o exterior para promover o imenso potencial turístico do RJ e com a missão de resgatar o nosso estado do abandono e da roubalheira que ele sofreu durante anos". "De uma hora para outra, qualquer coisa que eu diga vira notícia. Qualquer comentário é analisado sob ângulos que eu mesmo, autor do comentário, sequer imaginei. Um ano depois de ter sido eleito, entendo que isso é parte do cargo de governador do Rio, que ocupo com bastante alegria e sobretudo com honestidade", pontuou.
Witzel ainda comentou episódios recentes, como a final da Libertadores entre Flamengo e River Plate, onde entrou em campo e se ajoelhou diante do atacante Gabigol. "Peço desculpas àqueles que se sentiram ofendidos pela minha homenagem ao Gabigol. 'Governador não se ajoelha', disseram. Naquele momento eu era um torcedor apaixonado".
"O que conta mesmo é que os indicadores de segurança estão melhores, pagamos o 13º salário em dia, há professores nas salas de aula, as escolas estão climatizadas e o atendimento nos hospitais e postos estaduais está funcionando — e ainda atendendo em dobro em razão da crise na saúde municipal. Este Natal será o melhor desde 2014, com 25 mil vagas de emprego e R$ 3 bi investidos na economia do Estado. Seguirei trabalhando duro para resgatar o Rio dos criminosos e devolver a paz à população. Continuarei sendo cada vez mais implacável com a bandidagem e mais parceiro do cidadão. Isso é o que importa. Todo o resto rende notícias, anima as redes sociais, mas não melhora a vida de ninguém", finalizou.
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