Preparativos para a decisão do mundial de clubes.     Na foto, João Roberto Gomes Bezerra. o sósia do técnico do f
      Byline - Estefan Radovicz / Aghência O Di
Preparativos para a decisão do mundial de clubes. Na foto, João Roberto Gomes Bezerra. o sósia do técnico do f BylineEstefan Radovicz / Aghência O Di
Por Lucas França*
Fé e superstição tem sido aliados do torcedor do Flamengo no ano de 2019. No meio do mar de camisas do Flamengo espalhadas pelo Rio de Janeiro, o sósia do treinador Jorge Jesus estava lá para festejar. Os 38 anos que separam a última vez em que o clube esteve na final do Mundial de Clubes não desanimam João Roberto Gomes Bezerra, gerente aposentado de 65 anos.

Com a plaquinha “Hoje tem Jesus no controle”, Bezerra reforça o clima de alegria com semelhanças entre ele, Jesus e os dois jogos, de 1981 e 2019. “Eu e Mister temos a mesma idade, já é um sinal. Eu arrisco um placar igual o da primeira final contra o Liverpool, três a zero para nós”, diz confiante ao ajeitar o paletó, peça de sorte já obrigatória no guarda roupa do técnico do Flamengo e, consequentemente, para o sósia.

Motivado pelos títulos de Campeonato Carioca, Brasileirão e Libertadores, João Roberto lembra os momentos difíceis que Flamengo já passo, como brigas contra o rebaixamento e o “Cheirinho”. A chegada do Mister, para o sósia, é definitiva para o clube ter um ano tão especial. Além da aparência e da roupa, o aposentado arrisca até umas dicas táticas para o Flamengo sair vitorioso no duelo contra o Liverpool no Catar.


“Provavelmente, se o Liverpool adiantar a sua linha de ataque, o Bruno Henrique, com suas passadas largas, e Gabigol, devem marcar. Em 2020 Jesus precisa de calma para conhecer mais o plantel, o Flamengo está em outro patamar”, brinca o sósia com a frase emblemática de Bruno Henrique, mais um marco de um 2019 inesquecível para a torcida rubro-negra.
 
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*Estagiário sob supervisão de Waleska Borges