Criador da Orquestra Vibrart é homenageado em São Paulo

Fernando Jardim é reconhecido pela Sociedade de Artes, Cultura e Ensino por projeto desenvolvido em São Gonçalo

Por Julia Noia*

Fernando Jardim, do Projeto Vibrat,  e orquestra: o empreendedor recebe homenagem da Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino, em São Paulo
Fernando Jardim, do Projeto Vibrat, e orquestra: o empreendedor recebe homenagem da Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino, em São Paulo -
Rio - Uma orquestra sem fins lucrativos e um instituto focado em cursos nas áreas da música para Niterói e São Gonçalo. Esse é o projeto de vida de Fernando Jardim, com a proposta de transformar a região em referência na formação musical. No começo de 2019, o empresário inaugurou a Orquestra e o Instituto Vibrart para aportar esse tipo de cultura para todos os públicos. Amanhã, dia 20, um ano depois de começar o projeto Vibrart, o empreendedor recebe homenagem da Sbace - Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino, em São Paulo.

"Eu vi que o Brasil é um país que tem muito talento, mas pouco desenvolvido e com pouco acesso a produtos de criatividade", essa foi a motivação de Jardim para trazer para a Região Metropolitana do Rio sua experiência de 30 anos com a indústria musical nos Estados Unidos. A escolha do espaço também foi estratégica já que, segundo ele, São Gonçalo é o segundo município do estado com maior arrecadação, e é um dos que têm menos ofertas de iniciativas culturais.
Acima de tudo, o esforço se paga com o brilho nos olhos dos 80 músicos da orquestra que, com a Vibrart, encontraram um lar para desenvolver sua arte. "A gente tem uma cultura muito rica, e o brasileiro é artista nato. Precisamos muito de um local em que possamos exercer, produzir e desenvolver nossa arte. Isso é muito importante não apenas para a qualidade de vida de São Gonçalo, mas para todo o Brasil", afirmou Jardim.
Mais que uma honraria, uma passagem para um futuro próspero. Fernando Jardim recebe a homenagem de braços abertos, mas divide com toda a equipe. "O prêmio é para pessoas que já contribuíram tanto para a música. Ter o reconhecimento de uma entidade tão estabelecida é muito grande, e só faz com que a gente queira continuar nesse caminho. Acho que vai dar uma posição muito boa, e isso vai nos ajudar a prosperar", explicou. Para o meio do ano, a expectativa é de aumentar o leque de atividades disponíveis no instituto com a inauguração de cursos de pós-graduação na área da música.
*Estagiária sob supervisão de Bete Nogueira
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