Publicado 23/03/2020 16:40 | Atualizado 23/03/2020 18:13
Rio - O BRT encaminhou, neste domingo, um ofício à prefeitura pedindo ajuda financeira para ‘sobreviver’ diante das restrições por conta do coronavírus, que poderá causar grande impacto no lucro da empresa. Luiz Carlos Martins, presidente do Consórcio BRT, diz que se, em 48 horas, a prefeitura não adotar medidas para compensar a queda de passageiros no sistema, as operadoras de ônibus não vão sobreviver às restrições.
O documento foi enviado algumas horas depois de gestores do BRT se reunirem com técnicos da Secretaria municipal de Transportes e o próprio Crivella para tentar reduzir a superlotação do sistema. ''(...) que seja ponderada pelo município a utilização do Fundo de Mobilidade Urbana de modo a mitigar o desequilíbrio econômico financeiro vivenciado pelas operadoras e garantir a continuidade do serviço por ônibus durante e depois desse momento excepcional'', diz um trecho do documento.
Procurado, o consórcio confirmou que enviou o ofício por causa do impacto negativo que as restrições irão gerar, mas não se pronunciou em nota.
Também procurada, a Prefeitura do Rio disse que "as medidas adotadas são fundamentais para evitar aglomerações nas estações e a lotação dos veículos, coibindo a disseminação do novo coronavírus entre os usuários e os próprios motoristas".
O documento foi enviado algumas horas depois de gestores do BRT se reunirem com técnicos da Secretaria municipal de Transportes e o próprio Crivella para tentar reduzir a superlotação do sistema. ''(...) que seja ponderada pelo município a utilização do Fundo de Mobilidade Urbana de modo a mitigar o desequilíbrio econômico financeiro vivenciado pelas operadoras e garantir a continuidade do serviço por ônibus durante e depois desse momento excepcional'', diz um trecho do documento.
Procurado, o consórcio confirmou que enviou o ofício por causa do impacto negativo que as restrições irão gerar, mas não se pronunciou em nota.
Também procurada, a Prefeitura do Rio disse que "as medidas adotadas são fundamentais para evitar aglomerações nas estações e a lotação dos veículos, coibindo a disseminação do novo coronavírus entre os usuários e os próprios motoristas".
Em nota, informou ainda que "a Secretaria Municipal de Transportes segue aberta a ajudar a encontrar soluções que contribuam com o equilíbrio do sistema, dando todo apoio na resolução de problemas operacionais e financeiros do consórcio, com o objetivo principal de que os serviços sejam aprimorados e a população, beneficiada". Completou declarando que todos os consórcios têm obrigações contratuais a cumprir, como acontece neste período de crise e que "a queda de passageiros do sistema, e da receita, é consequência do momento pelo qual a cidade e o mundo passam, já que a orientação dos órgãos de saúde é de que todos permaneçam em casa".
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