Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier - Cléber Mendes / Agência O DIA
Hospital Municipal Salgado Filho, no MéierCléber Mendes / Agência O DIA
Por Agência Brasil
Rio - A saúde pública do Rio tem atualmente quase 1,2 mil profissionais afastados com sintomas do novo coronavírus (covid-19) ou por suspeita de contaminação da doença. Na rede estadual, de acordo com a Secretaria de Saúde, 422 profissionais de saúde não estão no trabalho por suspeita ou confirmação de infecção pela doença.
A secretaria informou que esse número representa 2,2% dos profissionais que trabalham em emergências e em unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estaduais, mas que não há, no momento, impacto no atendimento realizado na rede.

O maior número de profissionais afastados está no Hospital Carlos Chagas (106), seguido do Getúlio Vargas (65), os dois na Zona Norte da capital; no Azevedo Lima (44), em Niterói, na Região Metropolitana; Adão Pereira Nunes (23), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e Roberto Chabo (15), em Araruama, na Região dos Lagos. Nas 30 unidades de Pronto Atendimento, são 134, e na sede da secretaria 35 profissionais estão afastados.
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Rede municipal
Na rede municipal da capital, 768 profissionais estão afastados. Esse número representa 6,3% do total de 12.154 que trabalham nas unidades do município. A Secretaria Municipal de Saúde informou que nos hospitais de emergência e gerais do município, 567 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares, estão afastados do trabalho com sintomas respiratórios suspeitos de infecção pela covid-19 ou por pertencerem a grupos de risco pela idade ou por doenças pré-existentes.
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De acordo com a pasta, 145 profissionais de maternidades também estão impedidos de exercer as funções nas suas unidades. Já nos hospitais de institutos da rede de Saúde Mental, são 56 os afastados.

Ainda conforme a secretaria, apenas nos quatro grandes hospitais de emergência de administração direta da prefeitura, o Souza Aguiar, no Centro; o Miguel Couto, na Gávea; o Salgado Filho, no Méier; e o Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, são 330 afastamentos, representando 7,5% do total de 4.372 profissionais nessas unidades.